quarta-feira, 4 de junho de 2014
Márcia Fruet: É incrível a organização e beleza deste hospital
A primeira-dama de Curitiba, Márcia Fruet, acompanhada do assistente do diretor-geral da Itaipu, Joel de Lima, visitou nesta quarta-feira (4) as instalações do Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), em Foz do Iguaçu.
Eles foram recepcionados pelo diretor-superintendente da unidade, Anilton José Beal.
Márcia ficou encantada com a organização e beleza do HMCC. "Dificilmente encontramos hospitais tão organizados, limpos e bonitos. Embora devesse ser comum, isso é uma raridade", disse.
O Costa Cavalcanti é um hospital Acreditado no Nivel 2. O título de reconhecimento é semelhante ao ISO, mas exclusivo para instituições de saúde.
A certificação é feita pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O título de Nível 2 é entregue às unidades que, além de oferecer um serviço humanizado, mantém uma gestão de qualidade. Administrado pela Fundação de Saúde Itaiguapy, o HMCC é o primeiro hospital da região e o segundo do Paraná a receber o certificado. No Brasil, apenas 3% das unidades de saúde já a conquistaram.
O HMCC é referência no atendimento de crianças vítimas de violência em Foz do Iguaçu e região. Faz em média 350 partos por mês. Dos serviços prestados, 65% são do Sistema Único de Saúde (SUS).
Pesquisa traça perfil dos jovens. Resultado ajudará a formatar políticas públicas
Auditório cheio para a apresentação da pesquisa, que aconteceu no mesmo evento do lançamento da campanha que incentiva denúncias de exploração sexual infantojuvenil na fronteira, nessa terça-feira (3).
Para sete de cada dez moradores de Foz do Iguaçu, entre 12 e 24 anos, nada assusta mais do que o tráfico de drogas e a violência. Este foi um dos indicadores revelados pela pesquisa “Análise do perfil de adolescentes e jovens na Tríplice Fronteira: Argentina-Brasil-Paraguai”, cujo resultado foi apresentado nesta terça-feira (3), no Cineteatro dos Barrageiros, na Itaipu Binacional.
O estudo foi realizado entre 2010 e 2013. Por meio dele, 3.045 estudantes de 12 a 24 anos da rede pública de Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este responderam a um questionário formatado para avaliar não apenas a violência na região, mas também fatores socioeconômicos, religiosos, familiares, educacionais e de lazer, esporte, cultura, trabalho, saúde sexual e políticas públicas.
A pesquisa foi desenvolvida pelos professores da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Elis Palma Priotto e Oscar KenjiNihei, e teve o apoio da Itaipu, por meio do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA). Os resultados serão publicados em um livro.
Elis Palma Priotto, uma das autoras da pesquisa.
“Nosso objetivo foi traçar um panorama da situação dos jovens e assim, contribuir para a formulação de políticas públicas mais efetivas, sobretudo na promoção da saúde e prevenção da violência”, defendeu Elis.
Para Eduardo Sosa, do Ministério da Infância e da Adolescência do Paraguai, o trabalho tem um valor muito importante porque aborda um problema que, embora todos saibam que existe, muitas vezes permanece oculto.
“Certos tipos de violência não são muito visíveis, como a exploração sexual e outras que ocorrem em torno do convívio familiar, cercando as crianças e adolescentes. São situações de invisibilidade, mas esta pesquisa está trazendo elementos importantes para desenvolver políticas públicas na linha de prevenção e com enfoque na comunidade”, disse Sosa
Segundo Joel de Lima, a pesquisa leva a ações que incentivam o protagonismo dos jovens.
Segundo Alberto Coto, cônsul do Brasil na Argentina, esses dados poderão proporcionar uma legislação semelhante nos três países, pois muitos dados são parecidos.
Dados preocupantes
No total, o questionário abrangeu 40 perguntas. Ele apontou, por exemplo, que 37% dos argentinos; 23% dos brasileiros 13% dos paraguaios já sofreram algum tipo de agressão física – na maioria das vezes, cometidas pelos pais e irmãos.
A pesquisa mostrou também que 38% dos jovens argentinos, 43% dos brasileiros e 8% dos paraguaios já utilizaram drogas pelo menos uma vez na vida. Nos três países, 80% dos entrevistados que afirmaram ter usado drogas tiveram experiência com o tabaco, seguido da maconha.
Sonhadores
A pesquisa revelou que mais de 80% dos jovens e adolescentes têm uma religião. E eles não têm problema em falar da adolescência. Pelo contrário, gostam de conversar com a família e amigos sobre o tema. No Brasil, 60% costumam falar sobre o assunto; na Argentina sobe para 70%, enquanto no Paraguai é pouco menos: 46%.
Os adolescentes que vivem na Tríplice Fronteira também são sonhadores e acreditam no respeito aos pais e familiares. Eles querem estudar e ter uma boa profissão, embora metade deles (50%) nunca tenha trabalhado. Entretanto, o que mais os assusta é a violência e as drogas.
Questionados sobre o que fazer para diminuir a violência e os crimes em seus bairros, os adolescentes dos três países sugeriram aumentar o policiamento e melhorar a orientação dos pais.
Para o assistente do diretor-geral brasileiro da Itaipu, Joel de Lima, essa pesquisa vai incentivar o protagonismo juvenil, pois eles sabem o que querem, tendo em vista que os dados demonstram que os jovens da tríplice fronteira estão interessados em ter um país melhor. “Mostrou que a redução da violência é uma preocupação nossa e também deles”, disse.
Para sete de cada dez moradores de Foz do Iguaçu, entre 12 e 24 anos, nada assusta mais do que o tráfico de drogas e a violência. Este foi um dos indicadores revelados pela pesquisa “Análise do perfil de adolescentes e jovens na Tríplice Fronteira: Argentina-Brasil-Paraguai”, cujo resultado foi apresentado nesta terça-feira (3), no Cineteatro dos Barrageiros, na Itaipu Binacional.
O estudo foi realizado entre 2010 e 2013. Por meio dele, 3.045 estudantes de 12 a 24 anos da rede pública de Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este responderam a um questionário formatado para avaliar não apenas a violência na região, mas também fatores socioeconômicos, religiosos, familiares, educacionais e de lazer, esporte, cultura, trabalho, saúde sexual e políticas públicas.
A pesquisa foi desenvolvida pelos professores da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Elis Palma Priotto e Oscar KenjiNihei, e teve o apoio da Itaipu, por meio do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA). Os resultados serão publicados em um livro.
Elis Palma Priotto, uma das autoras da pesquisa.
“Nosso objetivo foi traçar um panorama da situação dos jovens e assim, contribuir para a formulação de políticas públicas mais efetivas, sobretudo na promoção da saúde e prevenção da violência”, defendeu Elis.
Para Eduardo Sosa, do Ministério da Infância e da Adolescência do Paraguai, o trabalho tem um valor muito importante porque aborda um problema que, embora todos saibam que existe, muitas vezes permanece oculto.
“Certos tipos de violência não são muito visíveis, como a exploração sexual e outras que ocorrem em torno do convívio familiar, cercando as crianças e adolescentes. São situações de invisibilidade, mas esta pesquisa está trazendo elementos importantes para desenvolver políticas públicas na linha de prevenção e com enfoque na comunidade”, disse Sosa
Segundo Joel de Lima, a pesquisa leva a ações que incentivam o protagonismo dos jovens.
Segundo Alberto Coto, cônsul do Brasil na Argentina, esses dados poderão proporcionar uma legislação semelhante nos três países, pois muitos dados são parecidos.
Dados preocupantes
No total, o questionário abrangeu 40 perguntas. Ele apontou, por exemplo, que 37% dos argentinos; 23% dos brasileiros 13% dos paraguaios já sofreram algum tipo de agressão física – na maioria das vezes, cometidas pelos pais e irmãos.
A pesquisa mostrou também que 38% dos jovens argentinos, 43% dos brasileiros e 8% dos paraguaios já utilizaram drogas pelo menos uma vez na vida. Nos três países, 80% dos entrevistados que afirmaram ter usado drogas tiveram experiência com o tabaco, seguido da maconha.
Sonhadores
A pesquisa revelou que mais de 80% dos jovens e adolescentes têm uma religião. E eles não têm problema em falar da adolescência. Pelo contrário, gostam de conversar com a família e amigos sobre o tema. No Brasil, 60% costumam falar sobre o assunto; na Argentina sobe para 70%, enquanto no Paraguai é pouco menos: 46%.
Os adolescentes que vivem na Tríplice Fronteira também são sonhadores e acreditam no respeito aos pais e familiares. Eles querem estudar e ter uma boa profissão, embora metade deles (50%) nunca tenha trabalhado. Entretanto, o que mais os assusta é a violência e as drogas.
Questionados sobre o que fazer para diminuir a violência e os crimes em seus bairros, os adolescentes dos três países sugeriram aumentar o policiamento e melhorar a orientação dos pais.
Para o assistente do diretor-geral brasileiro da Itaipu, Joel de Lima, essa pesquisa vai incentivar o protagonismo juvenil, pois eles sabem o que querem, tendo em vista que os dados demonstram que os jovens da tríplice fronteira estão interessados em ter um país melhor. “Mostrou que a redução da violência é uma preocupação nossa e também deles”, disse.
Fonte: JIE
terça-feira, 3 de junho de 2014
Na CBN: Joel de Lima e Márcia Fruet falam sobre a importância de incentivar denúncia
O assistente do diretor-geral da Itaipu, Joel de Lima, e a primeira-dama de Curitiba e presidente do Fundo de Ação Social da
capital paranaense, Márcia Fruet, concederam uma entrevista nesta terça-feira,3, à jornalista
Cristina Pinheiro da Rádio CBN, em Foz do Iguaçu.
Eles falaram sobre Campanha Trinacional de Combate à
Violência e da Análise do perfil de adolescentes e jovens na Tríplice
Fronteira: Argentina-Brasil-Paraguai. Tanto a campanha quanto a pesquisa foram apresentadas nesta
terça-feira, na Itaipu Binacional.
Durante a entrevista, Márcia Fruet disse que a violência
contra a criança e o adolescente e o novo perfil dos menores é um assunto muito
sensível e merecedor de toda a atenção, principalmente em se tratando da região
de fronteira.
Campanha incentiva denúncia de exploração sexual infantojuvenil na fronteira
Às vésperas da Copa do Mundo, a Itaipu e
parceiros lançaram, nesta terça-feira (3), uma campanha trinacional de
combate à violência infantojuvenil, que tem como madrinha a
apresentadora Xuxa Meneghel. Esta também é a primeira campanha engajada
pela Fundação Xuxa que tem como foco de atuação outros países, além do
Brasil.
Clique e ouça os spots da campanha
As peças com o tema “Violência Infantojuvenil – Use sua voz para calar esta injustiça” serão divulgadas em rádios, revistas, jornais e TVs, além de espaços públicos e aeroportos, das cidades irmãs de Foz do Iguaçu (Brasil), Ciudad Del Leste (Paraguai) e Puerto Iguazu (Argentina). A circulação começa em dia 9 de junho, três dias antes da abertura do Mundial.
O evento deve atrair mais turistas à região de Foz, que sedia um dos Centros de Treinamentos de Seleções da Copa. Para atingir esse público estrangeiro, o material da campanha também foi feito em inglês, espanhol, português e guarani.
O lançamento ocorreu no Cineteatro dos Barrageiros, no Parque Tecnológico Itaipu. O diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, e o assessor de Responsabilidade Social da margem direita, Victor Baez Acosta, representaram os diretores-gerais da empresa.
O cônsul da Argentina em Foz do Iguaçu, Alberto Coto, e o representante do ministro da infância e adolescência do Paraguai, Eduardo Sosa, participaram da solenidade. Representantes da Fundação Xuxa e autoridades dos três países – além de mais de uma centena de jovens – estiveram da cerimônia, na qual foram exibidas as peças da campanha.
Na sequência, foi apresentada o resultado da pesquisa sobre a situação de adolescentes e jovens na tríplice fronteira. O estudo é da Unioeste, em parceria com o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), da Itaipu.
“Não temos poucos meninos e meninas sendo explorados sexualmente. Isso só certifica que precisamos mobilizar a sociedade para esse tema e a campanha tem esse objetivo”, disse Ana Paula Rodrigues, coordenadora do Programa de Redes e Incidência Política da Fundação Xuxa Meneghel.
Voz contra injustiça
A imagem de Xuxa ilustra o material que tem como símbolo uma mão sobre as cores das bandeiras das três nações e cujo mote é “Use sua voz para calar esta injustiça”. Para isso, traz os telefones de denúncia desse tipo de exploração nos três países: Disque 100, no Brasil; 147, Fono Ayuda (no Paraguai); e Línea 102 (Argentina).
A parceria foi acertada em novembro de 2013, quando a apresentadora esteve na Itaipu, a convite do PPCA.
Xuxa empresta a voz para os spots de rádio, em espanhol e português, e para os banners, cartazes, outdoors e adesivos para carros. Um vídeo, em fase de produção, também será veiculado nos três países.
Responsabilidade social
O material foi concebido sem custo aos parceiros pela Competence, agência de comunicação. A distribuição das peças gráficas e da veiculação ainda será definida, numa reunião entre os parceiros em Itaipu. A expectativa é que novos parceiros também possam surgir e ajudar na divulgação da campanha.
“A denúncia é fundamental, pois sabemos que o abuso é subnotificado: apenas uma a cada sete situações é denunciada”, explicou Lígia Neves, da Assistência da Diretoria Geral Brasileira (AS.GB). Segundo ela, considerando um cálculo a partir das 124 mil notificações feitas no Brasil em 2013, o número de casos de exploração infantojuvenil pode ter sido da ordem de um milhão de casos ano passado. “Este público precisa de nós, da nossa voz”, completou.
Para Joel de Lima, assistente do diretor-geral brasileiro de Itaipu, a campanha pode ser mais um passo para transformar a iniciativa em política pública sobre o tema, articulada entre os países fronteiriços.
Efeito duradouro
Apesar a proximidade do Mundial, a campanha terá caráter permanente e deve ser reforçada ao longo do ano. Para Eduardo Sosa, a iniciativa contribui para elucidar que violência contra a criança, ainda que praticada dentro de casa, é assunto de todos. “Temos que mudar a noção cultural sobre isso. E a forma é a sensibilização”, afirmou o representante do governo paraguaio.
“Este é um projeto fundamental por abarcar três países e transcender os limites das nações, que estão engajadas no combate a esse problema”, disse o o cônsul da Argentina, Alberto Coto. “Para combater o crime organizado, é preciso também se tornar cada vez mais organizado e atuar em rede, como estamos fazendo com a campanha”, completou.
Mobilização em rede
A ação também está em consonância com outras iniciativas nacionais de recrudescimento do combate à violência contra a infância e à juventude. No último dia 21, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que transforma a exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável em crime hediondo, inafiançável e sem direito à anistia.
No mesmo dia, o Projeto de lei do Executivo (PL 7672/10), a Lei Menino Bernardo, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. O texto segue agora para o Senado, também tem apoio da Fundação Xuxa.
Em Foz do Iguaçu, uma outra campanha de mídia contra a exploração de menores de mídia foi lançada no último dia 15, pelo diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek, e pelo presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli.
A iniciativa faz referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado em 18 de maio. Na ocasião, Samek e James Spalding, diretor-geral paraguaio, assinaram um protocolo para combater o problema nos municípios da Bacia do Paraná 3, no Projeto Brasil+Criança.
No evento desta terça-feira, a representante da Frente Nacional de Prefeitos e presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba, Márcia Oleskovicz Fruet, apresentou a campanha "Não Desvie o Olhar", de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, lançada na capital na última semana.
Fonte: JIE
Clique e ouça os spots da campanha
As peças com o tema “Violência Infantojuvenil – Use sua voz para calar esta injustiça” serão divulgadas em rádios, revistas, jornais e TVs, além de espaços públicos e aeroportos, das cidades irmãs de Foz do Iguaçu (Brasil), Ciudad Del Leste (Paraguai) e Puerto Iguazu (Argentina). A circulação começa em dia 9 de junho, três dias antes da abertura do Mundial.
O evento deve atrair mais turistas à região de Foz, que sedia um dos Centros de Treinamentos de Seleções da Copa. Para atingir esse público estrangeiro, o material da campanha também foi feito em inglês, espanhol, português e guarani.
O lançamento ocorreu no Cineteatro dos Barrageiros, no Parque Tecnológico Itaipu. O diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, e o assessor de Responsabilidade Social da margem direita, Victor Baez Acosta, representaram os diretores-gerais da empresa.
O cônsul da Argentina em Foz do Iguaçu, Alberto Coto, e o representante do ministro da infância e adolescência do Paraguai, Eduardo Sosa, participaram da solenidade. Representantes da Fundação Xuxa e autoridades dos três países – além de mais de uma centena de jovens – estiveram da cerimônia, na qual foram exibidas as peças da campanha.
Na sequência, foi apresentada o resultado da pesquisa sobre a situação de adolescentes e jovens na tríplice fronteira. O estudo é da Unioeste, em parceria com o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), da Itaipu.
“Não temos poucos meninos e meninas sendo explorados sexualmente. Isso só certifica que precisamos mobilizar a sociedade para esse tema e a campanha tem esse objetivo”, disse Ana Paula Rodrigues, coordenadora do Programa de Redes e Incidência Política da Fundação Xuxa Meneghel.
Voz contra injustiça
A imagem de Xuxa ilustra o material que tem como símbolo uma mão sobre as cores das bandeiras das três nações e cujo mote é “Use sua voz para calar esta injustiça”. Para isso, traz os telefones de denúncia desse tipo de exploração nos três países: Disque 100, no Brasil; 147, Fono Ayuda (no Paraguai); e Línea 102 (Argentina).
A parceria foi acertada em novembro de 2013, quando a apresentadora esteve na Itaipu, a convite do PPCA.
Xuxa empresta a voz para os spots de rádio, em espanhol e português, e para os banners, cartazes, outdoors e adesivos para carros. Um vídeo, em fase de produção, também será veiculado nos três países.
Responsabilidade social
O material foi concebido sem custo aos parceiros pela Competence, agência de comunicação. A distribuição das peças gráficas e da veiculação ainda será definida, numa reunião entre os parceiros em Itaipu. A expectativa é que novos parceiros também possam surgir e ajudar na divulgação da campanha.
“A denúncia é fundamental, pois sabemos que o abuso é subnotificado: apenas uma a cada sete situações é denunciada”, explicou Lígia Neves, da Assistência da Diretoria Geral Brasileira (AS.GB). Segundo ela, considerando um cálculo a partir das 124 mil notificações feitas no Brasil em 2013, o número de casos de exploração infantojuvenil pode ter sido da ordem de um milhão de casos ano passado. “Este público precisa de nós, da nossa voz”, completou.
Para Joel de Lima, assistente do diretor-geral brasileiro de Itaipu, a campanha pode ser mais um passo para transformar a iniciativa em política pública sobre o tema, articulada entre os países fronteiriços.
Efeito duradouro
Apesar a proximidade do Mundial, a campanha terá caráter permanente e deve ser reforçada ao longo do ano. Para Eduardo Sosa, a iniciativa contribui para elucidar que violência contra a criança, ainda que praticada dentro de casa, é assunto de todos. “Temos que mudar a noção cultural sobre isso. E a forma é a sensibilização”, afirmou o representante do governo paraguaio.
“Este é um projeto fundamental por abarcar três países e transcender os limites das nações, que estão engajadas no combate a esse problema”, disse o o cônsul da Argentina, Alberto Coto. “Para combater o crime organizado, é preciso também se tornar cada vez mais organizado e atuar em rede, como estamos fazendo com a campanha”, completou.
Mobilização em rede
A ação também está em consonância com outras iniciativas nacionais de recrudescimento do combate à violência contra a infância e à juventude. No último dia 21, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que transforma a exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável em crime hediondo, inafiançável e sem direito à anistia.
No mesmo dia, o Projeto de lei do Executivo (PL 7672/10), a Lei Menino Bernardo, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. O texto segue agora para o Senado, também tem apoio da Fundação Xuxa.
Em Foz do Iguaçu, uma outra campanha de mídia contra a exploração de menores de mídia foi lançada no último dia 15, pelo diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek, e pelo presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli.
A iniciativa faz referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado em 18 de maio. Na ocasião, Samek e James Spalding, diretor-geral paraguaio, assinaram um protocolo para combater o problema nos municípios da Bacia do Paraná 3, no Projeto Brasil+Criança.
No evento desta terça-feira, a representante da Frente Nacional de Prefeitos e presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba, Márcia Oleskovicz Fruet, apresentou a campanha "Não Desvie o Olhar", de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, lançada na capital na última semana.
Fonte: JIE
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Jovem Atleta é ouro no martelo
Além de Jair, outros cinco atletas do Projeto conquistaram bons resultados. Indiamara de Oliveira ficou em 9º lugar no salto triplo. Rebeca Cavalcante foi a 9ª colocada nos 100 metros rasos; Alexandre Vinicius Silva conquistou o 6º lugar no salto triplo e Matheus Felipe Hartmann ficou em 6º no lançamento do martelo. No arremesso de peso, Lucas Gonçalves ficou em 6º lugar.
O projeto
O “Jovens Atletas- Campeões do Futuro” treina diariamente 70 adolescentes em 27 modalidades de atletismo no Ginásio Costa Cavalcanti. O projeto é mantido pela prefeitura de Foz do Iguaçu e pela Itaipu, por meio do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA). A empresa oferece os equipamentos para treino, uniformes e suplemento alimentar. Custeia também as viagens e o transporte.
Campanha Trinacional de Combate à Violência Infantojuvenil será apresentada nesta terça-feira (3)
As peças publicitárias da Campanha Trinacional de Combate à Violência
Infantojuvenil, que tem como madrinha a apresentadora Xuxa Meneghel, serão
apresentadas na próxima terça-feira (3), no Cineteatro Barrageiro, na Itaipu
Binacional.
Simultaneamente, serão revelados os dados da pesquisa “Análise do
perfil de adolescentes e jovens na tríplice fronteira:
Argentina-Brasil-Paraguai”.
Com o apoio do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA),
da Itaipu, o estudo foi elaborado entre 2010 e 2013 pelos professores da
Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) Elis Palma Priotto e Oscar
KenjiNihei.
A campanha
A campanha, que é trinacional, será amplamente divulgada nas cidades
gêmeas de Foz do Iguaçu (Brasil), Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazú
(Argentina). A divulgação faz parte de um dos compromissos assumidos, em
novembro, pela Itaipu e demais parceiros com a Fundação Xuxa Meneghel.
Na ocasião, a presidente da Fundação, Xuxa Meneghel, assinou, em Foz
do Iguaçu, o termo de adesão à campanha, que reúne entidades públicas e
privadas dos três países.
Todos os segmentos de mídia, transporte, turismo e educação são
parceiros da iniciativa. Outra atividade prevista é a produção de guias de
referência para jornalistas, educadores e para as próprias crianças.
Disque 100
Somente em 2013, o Disque 100 recebeu 37.726 denúncias de violência
sexual contra meninos e meninas em todo o Brasil.
Segundo Lígia Neves, de Itaipu, a campanha tem a função de estimular a
denúncia e criar mecanismos de proteção contra a violência sexual infantojuvenil.
“Este tema está na agenda permanente do governo e não apenas em
períodos pontuais, como na Copa do Mundo. Embora o assunto, nesse período,
costume receber uma atenção maior por causa do número de turistas que visitam o
país”, disse.
Pesquisa
A pesquisa “Análise do perfil de adolescentes e jovens na tríplice
fronteira: Argentina-Brasil-Paraguai” foi realizada no período de 2010 a 2013.
Durante o estudo, foram aplicados 3.045 questionários entre alunos de 12 a 24
anos de escolas da rede pública de Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del
Este.
O objetivo foi traçar um perfil destes adolescentes e jovens,
avaliando fatores socioeconômico, religioso, familiar, educacional, lazer,
esporte, cultura, trabalho, saúde sexual, drogas e políticas públicas.
De acordo com os avaliadores, os resultados da pesquisa apontam
características peculiares dos adolescentes que residem na tríplice fronteira,
diferindo em alguns aspectos dos resultados observados em outras regiões.
A análise pretende contribuir para reflexão, aprimoramento e na
estruturação de uma política pública de fronteira.
O trabalho também será colocado à disposição dos prefeitos e demais
gestores para possível implementação de políticas públicas e aperfeiçoamento de
suas estruturas.
Desde a ampliação da missão estratégica de Itaipu, em 2003, com a
incorporação de temas de responsabilidade socioambiental, a empresa vem
desenvolvendo várias iniciativas em defesa da criança e do adolescente. O
Programa de Proteção da Criança e Adolescente (PPCA) é um exemplo.
PT lança pré-candidatura da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná
Eleições 2014O PT do Paraná se reuniu na manhã deste sábado, em Curitiba, para homologar a pré-candidatura da senadora Gleisi Hoffmann ao governo do estado. Foi o terceiro encontro realizado pelo partido para promover a candidatura da senadora. Os petistas já haviam se reunido em fevereiro e março deste ano em Curitiba.
"Estou animada com o encontro e com a campanha. Estamos na luta por
apoios", afirmou a senadora. O PT tenta atrair apoios entre as siglas
que ainda não se definiram no estado, como PV, PCdoB e PDT. Cinco
legendas estão descartadas pelos petistas: PSDB (que deverá lançar a
candidatura do governador Beto Richa), PSB, DEM, Solidariedade e PPS. A
tendência é que esses partidos deem apoio à reeleição de Beto Richa.
"Estamos em conversa com os outros", disse Gleisi.
A grande expectativa é em relação ao PMDB. A convenção do partido, em
junho, vai definir se a legenda lançará candidatura própria (o senador
Roberto Requião e o ex-governador Orlando Pessuti disputam a indicação) e
ou se apoiará a reeleição de Richa. Gleisi avalia que, caso a opção
peemedebista seja pela candidatura própria, as chances de segundo turno
são maiores. "Queríamos o PMDB [na aliança], mas o partido tem um
projeto regional e vamos respeitar isso", comentou.
O encontro de desta sábado foi o terceiro realizado em torno da
candidatura de Gleisi neste ano. Em fevereiro, cerca de 500 pessoas
participaram de uma reunião para discutir estratégias eleitorais. Na
ocasião, o prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) declarou apoio à
candidatura. Em março, uma visita do ex-presidente Lula, em São José dos
Pinhais, também serviu para fortalecer a intenção de Gleisi.
Oficialmente, o encontro foi realizado para definir a tática eleitoral do PT para este ano. O presidente regional do PT, deputado estadual Ênio Verri, justificou o número de encontros. "Está no regimento interno do partido, nós gostamos de encontros", afirmou. O PT deverá ter mais um evento em torno da candidatura: o partido ainda precisa marcar as convenções partidárias. O encontro deve ser realizado no dia 30 de junho.
Oficialmente, o encontro foi realizado para definir a tática eleitoral do PT para este ano. O presidente regional do PT, deputado estadual Ênio Verri, justificou o número de encontros. "Está no regimento interno do partido, nós gostamos de encontros", afirmou. O PT deverá ter mais um evento em torno da candidatura: o partido ainda precisa marcar as convenções partidárias. O encontro deve ser realizado no dia 30 de junho.
Saúde
No pronunciamento, Gleisi já fez uma promessa de campanha. Entre
críticas a Richa, a senadora disse que, se eleita, dará prioridade à
saúde. “Nós vamos investir mais do que o mínimo previsto na
Constituição, diferente do que temos atualmente”, disse. A petista
afirmou ainda que o atual governo é incompetente e faz “chororô e nhem
nhem nhem” com relação ao tratamento do governo federal. “O governo é
mal intencionado ou mal informado”, alfinetou, citando investimentos de
Brasília no estado.
Fonte: Gazeta do Povo
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Prefeitos devem liderar debates sobre legislação específica para as fronteiras

Os discursos foram unânimes na abertura do Seminário Internacional de Regiões de Fronteira, na manhã desta quinta-feira (29), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI): se a principal proposta do encontro é alterar as legislações dos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) ou criar uma legislação específica para as cidades de fronteira, para criar um bloco forte e coeso, as discussões precisam começar a partir das cidades.
Para Eduardo Pereira, da Federação Nacional dos Municípios, quem sente os problemas das fronteiras são os moradores dela, por isso, nada mais justo do que ouvir os prefeitos para construir uma legislação capaz de facilitar a integração.
Organizado pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, PTI e Itaipu Binacional, o evento termina nesta sexta-feira (30) e reúne mais de mil pessoas – entre prefeitos, vereadores e governadores dos 588 municípios e estados brasileiros da faixa de fronteira com os países do Mercosul. Também participam além de chefes dos executivos das cidades fronteiriças da Argentina, Paraguai, Venezuela e Uruguai.
“Quem vive o cotidiano das fronteiras estão neste seminário. São representantes dos municípios e estados fronteiriços. Com certeza, até o final do evento, terão apresentado soluções para melhorar a integração do bloco”, disse o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek.
Segundo o prefeito de Foz, Reni Pereira, o governo federal já deu um grande avanço no processo de integração das cidades fronteiriças, mas ainda é preciso mais. “Nossa cidade tem 275 mil habitantes, mas temos 800 mil cartões SUS. Ou seja, atendemos quase três vezes mais pessoas do que a nossa população. A maioria é brasiguaia.”

Aproximação
Segundo o secretário executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAF), Luiz Azevedo, o objetivo é aproximar as fronteiras de forma legal. “Hoje existem acordos entre as prefeituras, entretanto, não são amparados legalmente. O que precisamos é descobrir mecanismos capazes de formalizar e ampliar esses acordos com ganhos para a população”.
Como exemplo, Azevedo citou que 80% dos partos das moradoras de Lethen, na Guiana Inglesa, são realizados em Bonfim, cidade roraimense, brasileira. Por outro lado, os brasileiros atravessam a fronteira em busca do minério no país vizinho. “Esse acordo existe, mas não são amparados legalmente. Neste seminário, vamos discutir formas para criar uma legislação que permita este intercâmbio.”
O Brasil tem uma faixa de fronteira de 15.719 quilômetros, onde se encontram 10 milhões de pessoas, divididas em 588 cidades de 11 estados.
Itaipu, o maior exemplo de integração
No mês em que Itaipu completa 40 anos, ela é citada também como exemplo de integração.
Azevedo e o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães destacaram que o seminário não poderia ocorrer em lugar mais apropriado.
“Itaipu é a prova de que pode haver integração. É exemplo de cooperação exitosa entre dois países, no caso, Brasil e Paraguai. Depois da criação da usina, que já é referência mundial, foi capaz de implantar ainda o PTI e abrigar a sede da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila). O Governo Federal poderia ter escolhido lugar melhor para sediar este encontro?”, disse Guimarães.
Azevedo completou: “Itaipu conseguiu dar o verdadeiro significado da palavra fronteira. Uniu e desenvolveu um trabalho que beneficia a vida de milhares de pessoas de dois países.”
Fonte: JIE
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Práticas promovidas pela Itaipu na defesa da infância são publicadas em livro
As
ações do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), da
Itaipu, são um dos 12 exemplos brasileiros de boas práticas de promoção e
defesa dos direitos humanos. Os resultados do trabalho desenvolvido em Foz do Iguaçu desde 2003, como o apoio aos projetos Meninos do Lago, Jovens Atletas - Correndo Para o Futuro, Plugados – Canais Ligados na Cultura, Vira Vida e Crescendo com Cidadania fazem parte do livro “Boas Práticas de Responsabilidade Social Corporativa no Enfrentamento de Violações de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes”.
A obra foi lançada na segunda-feira (26), no Rio de Janeiro, durante o Seminário de Enfrentamento à Violência Sexual a Crianças e Adolescentes.
A abertura foi feita pela ministra da SDH, Ideli Salvatti. A Itaipu foi representada por Lígia Neves e Maria Emília Medeiros de Souza – ambas da Assistência da Diretoria Geral Brasileira (AS.GB).
Organizado pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a ONG Terra dos Homens e o Instituto Promundo, o evento reuniu mais de 100 representantes do governo, da academia, da sociedade civil, do empresariado e da assistência social de várias partes do Brasil.
Livro
A publicação diz que a Itaipu Binacional, desde 2003, por meio do seu Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), aderiu à Rede de Com bate à Exploração Sexual Infantojuvenil e passou a atuar na promoção de campanhas de sensibilização e na conscientização e capacitação de atores dos setores do turismo, da educação e da saúde em Foz do Iguaçu, estendendo sempre suas ações e iniciativas para a Argentina e o Paraguai.
O PPCA se insere como articulador e promotor de ações dirigidas à qualificação e implantação de políticas públicas, à inclusão social de crianças e adolescentes e suas famílias, e ao fortalecimento da sociedade civil local no enfrentamento de todas as formas de violência.
Além de Itaipu, há exemplos de trabalho desenvolvidos por outras 11 empresas. Todas elas assinaram a “Declaração de Compromisso Corporativo no Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Entre Elas, Caixa Econômica Federal, Fábrica Carioca de Catalisadores, Faculdade de Medicina de Petrópolis, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e Fundação Xuxa Meneghel.
Itaipu é citada também no case da Fundação Xuxa Meneghel, pela participação na Campanha Trinacional de Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, ação desenvolvida por Itaipu e instituições parceiras, que tem como madrinha a presidente da fundação, a apresentadora Xuxa Meneghel.
Legado
Durante o seminário, a ministra afirmou que, por ordem da presidente Dilma Rousseff, o governo federal vem trabalhando em parceria com os governos estaduais, municipais e distrital na repressão à violência e na proteção às crianças, integrando polícias e conselhos tutelares, Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e varas da infância. “Essa articulação será um legado da Copa do Mundo. Nossas redes estarão integradas não apenas durante os jogos, mas durante todos os grandes eventos.”
Ideli Salvatti destacou ainda a importância do Disque Direitos Humanos – Disque 100 como política pública inovadora de defesa dos direitos da criança. “Além de encaminhar as denúncias, o serviço mapeia pontos críticos e orienta ações repressivas, sendo um instrumento de proteção participativa”, disse – destacando ainda o papel crucial da responsabilidade empresarial no enfrentamento à violência. “Para enfrentar violações como a exploração sexual, é importante criar uma rede integrada de proteção. E sabemos a diferença que um empresariado mobilizado faz nessa proteção”, afirmou.
Em 2013, o Disque 100 recebeu 37.726 denúncias de violência sexual contra meninos e meninas em todo o Brasil.
Para ter ler a publicação, basta acessar: http://www.sdh.gov.br/assuntos/criancas-e-adolescentes/pdf/terra-dos-homens-1
Em Foz, Seminário Internacional vai discutir desenvolvimento das cidades de fronteira
Os desafios e as oportunidades para o processo de integração dos
municípios das fronteiras do Mercosul serão discutidos nos dias 29 e 30 de
maio, em Foz do Iguaçu (PR).
O Seminário Internacional de Regiões de Fronteiras “Desafios para a
cooperação transfronteiriça” é organizado pela Secretaria de Relações
Institucionais da Presidência da República, Parque Tecnológico Itaipu e Itaipu
Binacional.
A abertura será no dia 29, a partir das 9 horas, no Cineteatro dos
Barrageiros, no Parque Tecnológico Itaipu. Toda a programação é gratuita e
aberta ao público em geral. A programação pode ser consultada no site www.dialogosfederativos.gov.br/seminariofronteira.
Lideranças latino-americanas
Além de gestores dos estados e municípios da fronteira brasileira, são
esperados lideranças políticas, acadêmicos e membros da sociedade civil do
Brasil e dos outros países do bloco (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela).
“É preciso criar políticas de desenvolvimento nas localidades
fronteiriças respeitando as diversidades de cada uma” destaca o ministro-chefe
da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ricardo
Berzoini.
A faixa de fronteira do Brasil com dez países sul-americanos abrange
588 municípios e ocupa 27% do território nacional. Nessa região vivem cerca de
10 milhões de pessoas.
Entre os temas que serão tratados estão a criação de uma legislação
específica que contemple problemas comuns nas cidades gêmeas (municípios de
países diferentes cortados pelas linhas de fronteiras com potencial de
integração econômica ou cultural), e o estímulo à formação de consórcios
intermunicipais transfronteiriços.
Gestores públicos poderão consultar programas de 10 ministérios
Os gestores públicos que participarem do Seminário irão receber
atendimento individualizado sobre programas e ações de pelo menos dez
ministérios.
Representantes das pastas de cidades, cultura, desenvolvimento
agrário, desenvolvimento social, educação, integração, justiça, planejamento,
saúde e turismo já confirmaram presença. A proposta é que cada ministério
apresente suas políticas direcionadas para essas regiões do País.
O evento tem o apoio do Gabinete de Segurança Institucional e
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Ministérios
do Planejamento, Justiça, Integração Nacional e Relações Exteriores. A
Associação Brasileira de Municípios (ABM), a Confederação Nacional de Municípios
(CNM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) apoiam a iniciativa.
Serviço:
O que: Seminário Internacional de Regiões de Fronteiras
Quando: 29 e 30 de maio
Onde: Parque Tecnológico de Itaipu- Foz do Iguaçu (PR)
Investimento: Gratuito
Inscrições no local do evento e programação pelo site www.dialogosfederativos.gov.br/seminariofronteiras
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