quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Macroeconomia

PIB não para de crescer,  inflação completa dez anos dentro da meta e dívida líquida cai quase pela metade
 
Economia forte é a base do desenvolvimento sustentável do BrasilCom Lula e Dilma, o Brasil ficou mais rico  - por qualquer critério de evolução do PIB (soma de todas as riquezas produzidas pelo país em determinado ano). O PIB real total cresceu 45%: de R$ 3,3 trilhões em 2002 para R$ 4,8 trilhões em 2013, quando medido a preços de 2013, segundo dados do Banco Central. No mesmo período o PIB real por habitante cresceu 29%: de R$ 18,6 mil em 2002 para R$ 24,1 mil em 2013, também a preços de 2013.

A inflação média caiu 37% entre os governos FHC e Lula, e se mantém dentro da meta com Dilma. Continuamos realizando superávit primário. As contas estão equilibradas: zeramos a dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a dívida líquida caiu quase pela metade entre 2002 e 2013.

O Brasil de Lula e Dilma controlou a inflação, gerou mais de 20 milhões de empregos e triplicou o valor do PIB


Lula, em 2008, e Dilma, em 2011/2012, enfrentaram dois momentos distintos da grave crise internacional que ainda hoje assola grande parte do planeta. Mesmo assim, a solidez fiscal do Brasil criou o alicerce firme para os investimentos público e privado, o crescimento econômico e a geração de empregos.

O investimento público dobrou no mesmo período, passando de 1,3% para 2,7% do PIB, puxado principalmente pelo PAC e pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O investimento estrangeiro direto subiu de US$ 18,8 bilhões para US$ 64 bilhões. Além disso, com Lula e Dilma, a renda per capita dos brasileiros cresceu quatro vezes, de US$ 2.919 em 2002 para US$ 11.229 em 2013.



Fonte: Instituto Lula

Maior programa de transferência de renda do mundo beneficia 50 milhões de brasileiros Gogole+ Facebook

Graças a Lula e Dilma, o Brasil vive um processo de inclusão sem precedentes na história. Com o Bolsa Família, 36 milhões de brasileiros se mantêm fora da extrema pobreza. Somos hoje um país mais desenvolvido e menos desigual, um país muito diferente do Brasil de 12 anos atrás, quando milhões de brasileiros não tinham o que comer e as crianças pobres eram obrigadas a abandonar a escola para ajudar os pais. Sem estudo, essas crianças cresciam pobres e tinham filhos que também cresciam sem futuro.

Recursos garantem crianças na sala de aula e a redução da desigualdade social no Brasil Foto: Eduardo Aigner/MDS
A fome era hereditária: a extrema pobreza passava de geração para geração.
 No começo de seu governo, Lula reafirmou que todo brasileiro tinha direito a no mínimo três refeições por dia, e implantou o maior programa de transferência de renda do mundo, que hoje - ampliado e aprofundado no governo Dilma - beneficia 14 milhões de famílias (50 milhões de pessoas). O Bolsa Família promove a inclusão e a cidadania, gera emprego, aquece a economia, aumenta a escolaridade, reduz a mortalidade infantil e ajuda a construir um país mais rico, sem pobreza. Um país de todos.



Bolsa Família: Brasil vence a guerra contra a fome


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Meritocracia?

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Meritocracia.

Uma das palavras mais pronunciadas por Aécio nesta campanha é esta, meritocracia.

Faz parte, se entendo, de um esforço de se colocar como um grande gerente. No jargão corporativo, meritocracia é uma palavra muito empregada, bem como outra do repertório de Aécio: previsibilidade.

Como todos sabemos, meritocracia é escolher alguém pelos seus méritos, e apenas por eles.

Num mundo menos imperfeito, a mídia teria tratado de verificar a trajetória de Aécio para ver como, no caso pessoal dele, se manifestou a meritocracia.

Convenhamos: ele é um forte candidato à presidência, e informações sobre sua carreira profissional têm, mais que nunca, um torrencial interesse público.

Mas este mundo é muito imperfeito – e a mídia mais ainda.

A inépcia - ou má fé - de jornais e revistas não impediu, no entanto, que viralizassem na internet documentos que mostram a rápida ascensão de Aécio.

Examinemos o papel da meritocracia em sua jornada, iniciada cedo. As informações estão no site da Câmara dos Deputados. Nenhum repórter teria que suar, portanto, para prestar um serviço relevante aos eleitores. (Aqui, olink.)

Aos 17 anos, Aécio foi nomeado secretário de gabinete parlamentar na Câmara dos Deputados. Seu pai, Aécio Cunha, era deputado federal pela Arena.

Segundo o site da Câmara, Aécio permaneceu nesta posição até os 21 anos.

Há, aí, um fato intrigante: conforme perfil feito pela insuspeita revista Época, Aécio fazia faculdade no Rio no mesmo período em que era secretário de gabinete.

Algum jornalista se interessou em esclarecer essa suposta ubiquidade meritocrática?

Mundo imperfeito, mundo imperfeito.

Aos 23 anos, de volta a Minas depois da estada no Rio, foi nomeado assessor pelo avô, o governador Tancredo Neves. Como avós sempre encontram méritos nos netos, Aécio poderia hoje dizer que ganhou o cargo graças à meritocracia.

Tancredo morreria em 1985, pouco antes de tomar posse como primeiro presidente civil depois da ditadura militar. (Ele vencera, ao lado do vice Sarney, eleições indiretas.)

Com Sarney na presidência, Aécio deu um salto. Aos 25 anos, era diretor da Caixa Econômica Federal.

O que o candidato Aécio diria, hoje, de um neto de político indicado para uma diretoria da Caixa aos 25?

Aparelhamento?

Como os jornais, que jamais trataram disso, falariam do caso se fosse um neto de Lula?

No Brasil, aparelhamento é quando os adversários fazem nomeações.

Quando você mesmo faz, é meritocracia. FHC nomeou seu genro diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, e o desnomeou depois do divórcio.

Serra deu emprego a Soninha e família na máquina estadual do PSDB.

Mas nada disso é aparelhamento.

A irmã de Aécio ocupa alto cargo público em Minas. O marido dela é peça-chave na campanha de Aécio. Um primo também. Cheque aqui, se tiver dúvida.

Tudo é meritocracia, naturalmente.

Graças à meritocracia à Aécio, Minas sob seu governo ficou em 22.o lugar entre os 27 estados brasileiros em crescimento econômico entre 2002 e 2010, segundo o IBGE.

O silêncio da mídia permite bravatas meritocráticas a Aécio. E não só meritocráticas: ele se sente protegido o suficiente para falar em “decência” mesmo depois de construir, com dinheiro público, um aeroporto numa fazenda da família.

Este silêncio é obsequioso, mas não gratuito. Caso Aécio se eleja, as grandes empresas de mídia podem se preparar para as copiosas quantidades de dinheiro público que choverão nelas em anúncios governamentais.

E em resposta à chuva de publicidade, o Brasil subitamente melhorará nas análises de Jabor, Merval, Míriam Leitão. A corrupção desaparecerá dos telejornais, dos jornais, das revistas. Se nem a compra da reeleição de FHC foi notícia, o que haverá de ser?

Como disse um genial economista conservador, “não existe almoço grátis”.

Avião substitui ônibus para 13 milhões de brasileiros nos últimos 10 anos

Nos últimos dez anos, o transporte aéreo de passageiros cresceu, enquanto o rodoviário interestadual caiu, segundo pesquisa da Agência Nacional de Avião Civil (Anac).  
Enquanto o número de passageiros transportados por ônibus em viagens de longa distância teve redução de 19%, passando de 67,2 milhões em 2004 para 54,4 milhões em 2013 (12,8 milhões a menos), a quantidade de pessoas que viajaram usando avião cresceu 177,9%, indo de 29,9 milhões em 2004 para 83 milhões no ano passado (53,1 milhões a mais).
Segundo a Anac, a participação destes modais no transporte interestadual de passageiros de longa distância inverteu-se no período observado, já que, em 2004, o transporte rodoviário era responsável por 69,2% dos passageiros transportados e o aéreo por 30,8%. No ano de 2013, as empresas aéreas transportaram 60,4% dos passageiros neste mercado e as de transporte rodoviário 39,6%.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/10/em-10-anos-quase-13-milhoes-trocam-onibus-pelo-aviao-indica-anac.html?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Vai votar no Aécio? Tem certeza?


FMI: próximo governo deve manter Bolsa Família

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Diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, disse em debate sobrea a economia global, promovido pela CNN, em Washington, que o programa criado pelo governo petista, “que ajuda as pessoas pobres do Brasil”, deve ser mantido para continuar a beneficiar essa parcela da população; ela também falou da necessidade de reformas estruturais no Brasil.


A diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, fez uma nova análise sobre a política econômica do Brasil para o próximo governo, em debate sobre economia global promovido pela CNN, em Washington.

 
Segundo ela, há muitos gargalos que precisam ser enfrentados.“Muitas reformas estruturais são necessárias. O trabalho maciço em infraestrutura hoje em curso e algumas reformas têm que avançar e ser completadas. Há talento, dinamismo e energia na economia brasileira que precisam ser liberados em benefício da população”, disse.

Fonte: Brasil 247

 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Não te contaram, mas a gente te conta: investimentos do Governo Federal no estado de São Paulo


Não apenas existe amor em SP, como também existe muito investimento do Governo Federal em cada recanto paulista. Ao contrário do que muitos insistem em propagar, ao longo de quatro anos de mandato, a presidenta Dilma Rousseff destinou altas quantias para o desenvolvimento da infraestrutura do estado, dando total suporte para a administração estadual dar seguimento às suas ações. 

Só para a mobilidade urbana, foram quase R$ 30 bi em investimentos apenas do governo federal, o que representa u ma quantia correspondente a 52% de tudo que foi gasto nas obras. No monotrilho da linha 15 - prata, por exemplo, 31% da verba total da obra veio dos  (link is external)co (link is external)fres públicos d (link is external)a União, e na expansão da Linha 2 Verde do metrô, 76% foi bancado pelo governo federal. Na Linha 17 Ouro do metrô, o governo federal investiu R$ 3,8 bilhões, além de R$ 1 bilhão em quatro grandes corredores de ônibus.

Além disso, as obras do VLT na Baixada Santista, o trecho Norte do Rodoanel e o metrô na capital paulistana também foram alvo de investimento feito com dinheiro do Governo Federal. E em 2014, Dilma ainda assinou um convênio com a cidade de Campinas, destinando R$ 340 milhões para a construção de BRTs.



Programas Federais

São Paulo também é um grande alvo dos programas federais, como o Bolsa Família, do qual o estado é o segundo maior beneficiário do país, com 1 milhão e 300 mil famílias atendidas. O estado ainda recebeu, apenas no ano passado, um aporte de R$ 11 bi para o campo da saúde, e mais de 2 mil profissionais do programa Mais Médicos, beneficiando cerca de 7,5 milhões de pessoas, enquanto 4,6 milhões de pessoas são beneficiadas com remédios gratuitos.

   

Na educação, o governo federal também deu show de investimento. Foram dois novos campi universitários, a Federal de São Paulo e a de São Carlos, além de 18 novos campi de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - IFET. Foram concedidas ainda 435,7 mil bolsas do Prouni, e realizadas 1,2 milhão de matrículas do Pronatec.


Fonte: Dilma 13

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Apoio de Marina a Aécio será pouco relevante

Jornal GGN - Em entrevista ao Estadão, o cientista político e professor da FGV, Francisco Fonseca, também colunista da Carta Maior, avaliou que mesmo que Marina Silva (PSB) dê apoio oficial a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno contra Dilma Rousseff (PT), a transferência de votos de ser baixa. Segundo ele, isso já aconteceu em outras ocasiões e com líderes diferentes e, no caso específico de Marina, os 21 milhões de votos que ela obteve devem se dividir em função da linha mais à esquerda que boa parte de seus seguidores possuem.
“Marina não é do PSB, que é um partido mais à esquerda. Boa parte dos militantes da sua Rede Sustentabilidade também são mais próximos da esquerda do que de outros grupos. A proximidade do PSB com o PT é um fato histórico. Não vou dizer que esses votarão majoritariamente em Dilma. Imagino mais uma dispersão do tipo 60% para um, 40% para outro. Se Dilma obteve 41,5% e Marina 21,3% no primeiro turno, basta um terço, pouca coisa mais, de adesão dos marinistas para Dilma chegar à maioria absoluta”, disse.
Assim, na visão de Fonseca, a presidente Dilma caminha um pouco mais tranquila que Aécio no início dessa segunda fase, embora a polarização PT-PSDB e o crescimento do sentimento anti-petista possam desestabilizar a disputa deste ano ligeiramente em benefício de Aécio.
Para Fonseca, o PT é hoje vítima do próprio desenvolvimento que causou no país. Os fatores que corroboram com essa situação é a parcialidade da mídia, que cotidianamente ajuda na campanha anti-PT e na desinformação dos eleitores sobre os feitos do governo Dilma e Lula.
“Acho que o Brasil vem passando por transformações em suas placas tectônicas, na mobilidade social. O governo Lula tirou uma grande quantidade de gente da miséria, criou-se um mercado de consumo novo, formado por esses grupos em ascensão, o crédito ficou fácil. Isso gera uma estranheza entre os grupos de maior renda, que sentem seus espaços invadidos e reagem com esse voto contra o PT", disse ele.
E completou: “Aí entra outro fator: essas novas classes médias são conservadoras. Grande parte delas entende que subiu por méritos próprios, não por políticas macroeconômicas, pelo crédito fácil, etc. É gente que diz “eu não sou pobre”. E um terceiro fator do antipetismo, me parece, é o predomínio de uma mídia que tem lado nessa disputa - e que atua contra o PT.”

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Jornalista faz lista com 27 motivos para não votar em Aécio Neves


CENSURA

1- Censurou a parte da imprensa mineira que ousou denunciar esquemas de corrupção quando governador de MG.

2- Também tentou censurar o Google, Yahoo! e Bing, movendo um processo para retirada de links relacionados ao uso de drogas e ao desvio de verbas da saúde.

3- Mandou demitir um diretor da Globo de Minas Gerais após três reportagens que o desagradaram.

4- Não gosta de ser investigado: em 10 anos ele e seu sucessor Anastasia só permitiram 3 CPIs em Minas Gerais. Mais de 70 foram barradas.


http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1425228-justica-nega-pedido-de-aecio-para-bloquear-buscas-na-internet.shtml

http://www.midiaindependente.org/pt/red/2003/09/262572.shtml



CORRUPÇÃO QUANDO FOI GOVERNADOR DE MINAS GERAIS

5- Foi processado por desviar R$ 4,3 bilhões da saúde.

6- Construiu 5 aeroportos em cidades com menos de 25 mil habitantes no entorno de sua fazenda.

7- Um dos aeroportos custou R$ 14 milhões e fica na fazenda de seu tio.

8- Pagou R$ 56 mil reais ao ex-ministro do STF Ayres Britto para arquivar a investigação de ilegalidade no aeroporto na fazenda de seu tio.

9- Quando governador, desapropriou um terreno de seu tio-avô no valor de R$ 1 milhão e fez o Estado pagar a ele uma indenização superfaturada de R$ 20 milhões.

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/05/aecio-neves-sera-julgado-por-desvio-de-r43-bilhoes-da-saude-2.html


http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/07/1488587-governo-de-minas-fez-aeroporto-em-terreno-de-tio-de-aecio.shtml

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/governo-de-aecio-fez-aeroporto-particular-de-r-14-milhoes


http://noticias.r7.com/minas-gerais/governo-de-minas-pode-pagar-r-34-milhoes-por-terreno-de-tio-avo-de-aecio-26072014

INFRINGINDO A LEI

10- Apesar de declarar apenas R$ 100 mil em bens, sua rádio tem uma frota de carros de luxo e de passeio no valor de mais de 1 milhão e reais. Quem passeia nesses carros?

11- Foi pego pela polícia dirigindo o carro de sua rádio, um Land Rover no valor de R$ 192.000,00. O pior: estava embriagado e se recusou a fazer o teste do bafômetro.

12- Troca de favores ou compra de votos? Quando governador contratou 98 mil servidores públicos sem concurso e de maneira ilegal.

13- Nepotismo? Com apenas 25 anos foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal por seu primo, o então Ministro da Fazenda Francisco Oswaldo Neves Dornelles.

http://www.viomundo.com.br/politica/a-estranha-frota-de-luxo-da-radio-de-aecio-neves.html

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/aecio-neves-tem-habilitacao-apreendida-em-blitz-da-lei-seca-no-rio.html

http://noticias.r7.com/minas-gerais/stf-determina-dispensa-de-98-mil-servidores-da-educacao-em-minas-efetivados-sem-concurso-26032014


13 motivos não são suficienteS? Então vem mais 15 por aí!

EDUCAÇÃO E SAÚDE


14- Durante seu governo, Minas Gerais passou a pagar o piso salarial mais baixo do Brasil a professores.

15- Aliás, tal piso era mais baixo que o permitido pela lei do piso salarial de professores, e portanto, ilegal.

16- Diminuiu o salário-base dos médicos em Minas para apenas R$ 1.050,00 -o segundo mais baixo do Brasil.

17- Quando governador de MG, pagou com dinheiro do Estado uma dívida da Rede Globo de US$ 269 milhões referente à compra da Light.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/professores-de-minas-publicam-contracheques-para-provar-que-estado-e-psdb.html
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_governo_mineiro_e_a_globo

http://tijolaco.com.br/blog/?p=19821


ECONOMIA

18- Em 2013 quando Dilma anunciou redução de 20% na conta de luz, os tucanos de Minas se posicionaram contra. Pediram um aumento de 30%. Em vez de a conta abaixar, subiu 14,76% (que foi o que a Aneel aprovou).

19- Ele e seu sucessor fizeram a dívida de Minas crescer 127% em 11 anos.

http://www.pautandominas.com.br/en/May2013/minas_gerais/494/CEMIG-aumenta-conta-de-luz-e-tenta-jogar-a-culpa-no-governo-federal.htm


http://www.blogdojoseprata.com.br/detalhe-noticia/minas-dos-tucanos-inseguranca-reajuste-da-luz-baixo-crescimento-lei-1002007-endividamento-origem-do-mensalao-
MENSALÃO E PROTEGIDO DA IMPRENSA

20- Tem um dos réus do mensalão tucano como assessor. O publicitádio Eduardo Guedes, acusado de desviar R$ 3,5 milhões para a empresa de Marcos Valério.

21- Tem em seu palanque em Minas o maior réu e mentor do mensalão tucano, seu antecessor no governo de MG, Eduardo Azeredo.

22- Seu primo, Rogério Lanza Tolentino, era braço direito de Marcos Valério e foi condenado por lavagem de dinheiro em MG.

23- Seu outro primo, Tancredo Aladin Rocha Tolentino, foi preso por vender sentenças judiciais. A Globo se calou.

24- Por falar em sentença, conseguiu um mandado de busca e apreensão para que a polícia invadisse o apartamento de uma jornalista. Computador, hd externo, cds e celular foram apreendidos.

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/assessor-de-confianca-de-aecio-e-reu-do-mensalao-mineiro

http://tvuol.uol.com.br/video/eduardo-azeredo-participara-como-quiser-da-campanha-diz-aecio-neves-128-04020C183864D0815326

http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/06/jornalista-tem-casa-invadida-pela-policia-rj-por-acao-de-aecioneves/


http://www.conjur.com.br/2012-fev-09/desembargador-mineiro-cobrava-180-mil-liminar-denuncia-mpf


SENADOR EXEMPLAR?

25- Nos quatro anos como senador, apresentou menos projetos que o deputado Tiririca.

26- Gastou 63% do dinheiro com passagens de avião pagas pelo senado com viagens para o Rio de Janeiro. Apenas 27% das viagens foram para MG, estado que o elegeu senador.

27- Aliás, torrou 589 mil reais em passagens de avião para o Rio em pouco mais de 3 anos e meio como senador.

http://entretenimento.r7.com/blogs/sem-censura/2014/08/20/rapidinho-tiririca-e-considerado-melhor-candidato-comparado-a-aecio-neves/

http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,senador-usa-mais-verba-para-ir-ao-rio-que-a-bh-imp-,1012625




28- Segundo o respeitadíssimo jornalista Juca Kfouri, Aécio Neves bateu em sua ex-mulher, em público, numa festa num hotel no Rio de Janeiro. Apesar de tentar censurar a matéria Aécio perdeu na justiça, que não a considerou caluniosa.

http://blogdojuca.uol.com.br/2009/11/covardia-de-aecio-neves/





 Fonte: Plantão Brasil

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Carta do Diretor de Coordenação da Itaipu, Nelton Friedrich em apoio a Gleisi e Dilma

Estimado companheiro (a) de caminhada.

Cultivamos, nos últimos anos, muitos encontros. Inauguramos novo e cordial jeito de se relacionar. Afirmamos o valor da participação, do protagonismo, do empoderamento, do pensar e fazer juntos. Compartilhamos sonhos, tivemos cativantes reflexões para construir boas ações socioambientais e interpessoais.

 Corações e mentes convergiram, em 29 municípios, para o florescer do Programa CULTIVANDO ÁGUA BOA (CAB) permeado pela Ética do Cuidado, pela Sustentabilidade, pela vitalidade comunitária, pela recuperação de passivos ambientais, pelos novos empreendimentos produtivos e associativistas, pela inclusão social e produtiva, pela educação formal, informal, difusa e educomunicação e pela avaliação anual das ações. Os frutos alcançados são visíveis e contagiantes. Impressionam os resultados quantitativos e qualitativos produzidos. O que e como estamos fazendo angariou respeito, admiração e somos observados como referência aqui e fora do Brasil.
Em verdade, você sabe o que e quanto fizemos.

 Tudo começou em 2003. Lançamos o CAB com Leonardo Boff, mais 1.200 participantes e curiosidade e expectativas. Inauguramos trabalhar na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná (que é a unidade de planejamento da natureza) e não só nos municípios lindeiros. Engatinhamos no início, mas com energia e dedicação nos fortalecemos em diversas frentes. Com uma governança inovadora, centenas de convênios firmados, muitas parcerias, muita movimentação e coparticipação em tudo. Os comitês gestores, coletivos educadores, Oficinas do Futuro, Pacto das Águas, Encontros Anuais do CAB, Encontros e Caminhos, milhares de protagonistas nos processos formativos como o FEA – Pessoas que Aprendem Participando e tantas outras ações. Com mais de 2.300 parceiros e espaços participativos criados agregamos milhares de atores no Cultivando Água Boa. Nele, não há plateia; todos SÃO ATORES. Não há torcida e sim JOGADORES. Todos jogam o bom jogo de ter atitudes e  compromissos com a vida e o Desenvolvimento Sustentável, de ser sujeito e não objeto da história. É o vigor da cidadania individual e coletiva sendo exercida. Daí afirmar: ontem um Programa, hoje um denso MOVIMENTO que alcança milhares de pessoas.

Temos que refletir que todos os avanços e iniciativas aconteceram graças aos ventos de mudanças que aconteceram no Brasil em 2002-2003.

SAMEK, GLEISI, posso me incluir junto com tantos outros, fomos empossados na Itaipu Binacional com a missão dada pelo LULA: “façam diferente, construam uma EMPRESA-CIDADÃ, sejam instrumentos de justiça social e façam inclusão social e produtiva, envolvam-se na região como partícipes do Desenvolvimento Regional Sustentável. Sejam de integração latino-americana. Compreendam que viemos para mudar”. E assim foi feito.

Na sequência, DILMA Presidenta manteve SAMEK e equipe na Direção de Itaipu para prosseguir o rumo das mudanças, das transformações, de amplas parcerias regionais, para continuar fazendo e inovando.

Com tais mudanças no Brasil e na Itaipu, não se afastando da excelência na geração de energia em quantidade e qualidade, fizemos surgir:

- o Cultivando Água Boa (com 20 programas, 63 ações e com resultados extraordinário e sendo reaplicado em 6 países);
- o Parque Tecnológico de Itaipu (onde 16.830 já frequentaram os diversos cursos superiores, técnicos e programas afins);
- o Instituto Nacional das Águas com Agência Nacional das Águas;
- o Pólo Astronômico;
- o Programa ÑANDEVA com 5.708 participantes em oficina e 1.795 atendimentos a artesãos;
- o Trilha Jovem;
- a Plataforma Itaipu de Energias Renováveis e o Centro Internacional de Biogás;
- o Veículo Elétrico, com mais de 80 veículos em teste e a maior pesquisa brasileira de bateria;
-o Projeto Mobilidade Urbana;
- a Universidade de Integração da América Latina (que em sua sede – em construção – abrigará 10 MIL ACADÊMICOS do Brasil e demais países latinoamericanos;
- diversos escritório internacionais, como da FAO, UNIDO, Observatório Latinoamericano de Energias Renováveis;
- o Centro de Saberes e Cuidados da Bacia do Prata;
- o primeiro curso de MEDICINA de Foz do Iguaçu;
- o Instituo Tecnológico Federal (na antiga sede do Clube Floresta/Itaipu);
- a Política de Gênero, Valorização da Mulher, Combate à Prostituição na Fronteira e Exploração Infantil;
- estímulo à centenas de projetos sociais, como o exemplar MENINOS DO LAGO;
- a ampliação significativa do Complexo Turístico de Itaipu e amplo apoio ao turismo regional;
- apoios a diversas conquistas para Foz do Iguaçu e região junto ao Governo Federal e mais de 1.200 convênios e contratos com recursos de IB beneficiando Foz e região.

 Hoje, ouve-se a todo instante na região: “temos um divisor, uma Itaipu ANTES e uma DEPOIS de 2003”, tal o conjunto de conquistas alcançado.

-Além do que aqui conquistamos diretamente pela vontade política e gestão diferenciada da Itaipu Binacional e sua articulação com parceiros desde 2003, há um número extraordinário de melhorias, mudanças, transformações vividas pelo Brasil e beneficiando milhões e milhões de brasileiros. Muitas conquistas esperadas há mais de 60 anos. O Brasil sai de 13ª economia mundial para a 7ª em 11 anos; sai do Mapa da Fome Mundial; inclui no mercado de consumo 38 milhões de brasileiros antes na miséria ou pobreza; alcança o melhor salário mínimo em 60 anos; promove queda acentuada na mortalidade infantil; cria programas importantes para enfrentar as mudanças climáticas; reduz como nunca o desmatamento e queimadas na Amazônia; tem o maior investimento no agronegócio e na agricultura familiar de todos os tempos (só para o Paraná safra 2024/15 são 3,22 bilhões em 150 mil contratos); surgem 18 novas universidades públicas; 407 novas Escolas
-Técnicas Federais; aumenta em 223% os investimentos em educação nos último 12 anos; alcança mais de 4 milhões de universitários; tem uma das menores taxa de desempregados do mundo e inúmeras outros avanços históricos.

 Diante do acima exposto e do resumo em anexo, mesmo ciente de que há aqui e acolá erros a corrigir e muito ainda a conquistar, tomo a liberdade de pedir seu apoio, a sua sensibilidade na escolha de QUEM VAI NOS GOVERNAR NOS PRÓXIMOS 4 ANOS com a garantia de que prosseguirá no caminho das mudanças, dos avanços e compromissos de novas conquistas.

 E faço este pedido muito mais pela convivência que tivemos, pelo companheirismo de caminhada, como cidadão brasileiro e como quem se orgulha de ser brasileiro, até porque pertenço a uma geração que quase havia perdido a esperança (enfrentamos e superamos a ditadura, veio a redemocratização, muitos eleitos não promoveram mudanças estruturantes, como exemplo: não distribuíram renda e nem criaram um mercado interno de massa, nem superaram a aviltante dívida externa, nem se preocuparam com os que vivem do trabalho e da produção, nem tiraram o Brasil do Mapa Mundial da Fome).

 Convicto, afirmo que estamos no rumo certo!
 REFLITA sobre o passado recente. Quem fez tanto e em tão pouco tempo pode fazer mais e melhor. Podemos, assim, projetar positivamente o futuro e trazê-lo para mais perto. É DILMA, é GLEISI, é GOMYDE e deputados estadual e federal da coligação.
Agradeço sensibilizado se ler esta carta e o anexo e, mais ainda, se contribuir para MAIS MUDANÇAS, MAIS FUTURO.
 Obrigado.
 Abraço fraterno.
 Nelton Miguel Friedrich

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Em debate na RPC TV, Gleisi mostra preparo e compromisso para trabalhar pelo Paraná


“Eu quero ser governadora para cuidar do povo paranaense, para cuidar da saúde do Paraná”, disse a candidata. Ela foi contundente na defesa do subsídio do transporte coletivo nas regiões metropolitanas e criticou o governador por “falar macio” com as concessionárias do pedágio e por não cumprir promessas.


No debate realizado pela RPC TV/Rede Globo entre sete candidatos ao governo do estado do Paraná na noite de ontem (30), a candidata à governadora pela coligação “Paraná Olhando Pra Frente”, Gleisi Hoffmann, demonstrou por que é a mais preparada e disposta a trabalhar pelo povo paranaense, sempre em sintonia com os programas e as diretrizes do governo federal.

Ela convidou os eleitores à reflexão sobre a importância de levar as eleições no estado para um segundo turno, a fim de aprofundar o debate que precede à tomada de decisão sobre o futuro do Paraná nos próximos quatro anos. “Eu quero ser governadora para cuidar do povo paranaense, para cuidar da saúde do Paraná. Pra implantar o Mais Médicos Especialistas e acabar com as filas que nós temos hoje na saúde do nosso estado. Também o Exame na Hora Certa. Não é possível as pessoas ficarem nove meses esperando um exame. Muitas das pessoas morrem na fila e não são atendidas”, disse.

Ao se dirigir especialmente para os três milhões de eleitores que votaram nela para o Senado Federal e pedir novamente seu voto, Gleisi Hoffmann se mostrou confiante na reeleição da Presidenta Dilma e lembrou que o bom relacionamento entre as duas esferas de governo contribuem para os avanços e as realizações. “Nós já tivemos muitos investimentos do governo federal no Paraná, mesmo tendo um governador que jogasse contra. Imagina com uma governadora que joga a favor, que conhece os caminhos, sabe e vai buscar os recursos necessários!”, disse.

Propostas estruturantes
A candidata à governadora da coligação “Paraná Olhando Pra Frente” não perdeu nenhuma oportunidade de apresentar propostas de trabalho ao longo do debate entre os candidatos na RPC TV. Ela destacou propostas nos campos da inovação tecnológica, do governo digital, do direito de acesso à informação e da transparência pública, além de investimentos nas áreas de infraestrutura, programas sociais, combate às drogas e segurança pública. Lembrou que, em 2010, o Paraná ocupava a posição de 4º lugar no site contas abertas, como um estado com transparência. Caiu, agora, em 2014, para 15º lugar. Porque não tem serviços de informação ao cidadão.

Quanto ao transporte coletivo  nas regiões metropolitanas, Gleisi disse que vai apoiar os municípios. “No meu governo, nós vamos garantir o subsídio da região metropolitana por lei e não por convênio, como o atual governador faz e fica ameaçando de retirar. E mais do que isso, atrasa o repasse para Curitiba e Região Metropolitana do subsídio. Nós vamos garantir por lei e vamos garantir para a região metropolitana de Curitiba, de Londrina, de Maringá e de Umuarama. Será uma política pública efetiva!”, disse.

No que diz respeito aos investimentos em infraestrutura, Gleisi disse que vai criar o PAC Paraná, com um comitê gestor e um conselho de engenheiros para acompanhar as obras e os seus custos de execução.

Assistência técnica e extensão rural
Gleisi Hoffmann disse que, na área da agricultura, vai priorizar investimentos em assistência técnica e extensão rural. Ela criticou o descaso do atual governo com a Emater e o abandono dos serviços públicos estaduais. “Vamos fazer com que a Emater recupere a sua capacidade, mas também vamos fazer convênio com as nossas cooperativas de assistência técnica e extensão rural, com o Iapar, vamos trazer a Embrapa, as nossas universidades para ajudar o nosso agricultor a melhorar a qualidade da sua produção”, afirmou.

“Se nós temos crédito, se nós temos seguro e nós tivermos assistência técnica, com certeza a produtividade aumenta. E também vamos garantir o sistema trifásico na geração de energia para que o nosso produtor não tenha problema com seus equipamentos. Não tenha que jogar leite fora, por exemplo, porque o seu resfriador ficou sem energia”.

Governo ‘Seprocado’
Gleisi não poupou críticas à má gestão do estado, ao aumento dos impostos, à apropriação dos programas do governo federal e às promessas não cumpridas pelo atual governador, candidato à reeleição. Ela convidou os telespectadores a acessarem o site www.betonaocumpre.com.br e conhecerem todas as propostas que ele fez na eleição de 2010 e que se transformaram promessas não cumpridas.

O governo do estado do Paraná foi o que mais aumentou impostos nesses últimos anos e o que mais subiu arrecadação. “Como que pode subir tantos impostos, em cima inclusive das micro e pequenas empresas, que estão pagando mais e, portanto, não estão gerando tanto emprego como deveria e o estado está nessa situação?”, questionou. “Ele reclama de um empréstimo que demorou para obter no governo federal porque não cumpriu a lei de responsabilidade fiscal e depois não cumpriu a aplicação em saúde. Ele estava seprocado”, argumentou.

Gleisi lembrou que o empréstimo em questão era de 800 milhões, menos de 1% do que ele administrou até agora, mais de 100 bilhões de reais nesses três anos e meio. “Eu gostaria de saber aonde está esse dinheiro. Qual é a obra relevante que o governo do estado fez aqui no Paraná com mais de 100 bilhões que ele administrou até agora?”, disse ela.

Também reafirmou o cumprimento à risca da lei de responsabilidades fiscais. “Vamos equilibrar receitas e despesas. E nós não vamos precisar usar os depósitos judiciais para pagar 13º salário. Aliás, quase que o servidor não recebe o 13º salário de 2013. O governador teve de buscar depósitos judiciais para pagar o 13º salário. Isso tendo aumento de imposto e administrando mais de 100 bilhões de reais do seu orçamento”, completou.

Sobre os pedágios, Gleisi lembrou que o Paraná tem o pedágio mais caro do Brasil. “Ao invés de ele resolver um problema que disse que ia resolver, conversou macio com as concessionárias de pedágio”. “Eu quero dizer que nós vamos fazer esse reequilíbrio econômico e financeiro. Não é uma questão de revogar contratos, mas respeitar contratos e fazer o reequilíbrio. O que nós não vamos fazer é conversar macio com as concessionárias de pedágio”, afirmou.

Investimentos do governo federal
A candidata foi também categórica em apontar que os grandes investimentos que existem no Paraná foram realizados graças aos investimentos do governo federal. Citou as mais de 220 mil casas construída dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, a um custo de R$ 15 bilhões, os 1.100 kits de máquinas agrícolas do PAC Equipamentos, entregues em todos os municípios paranaenses com menos de 50 mil habitantes, os CAPS 24h e os consultórios na rua do programa Crack, É Possível Vencer, que estão dando resultados promissores na parceria entre o governo federal e o município de Curitiba.

 “No 2º turno nós já vamos saber qual é o caminho que o Brasil está optando e, aí, nós vamos poder optar se queremos ter um caminho de construção conjunta ou um caminho do contra”, disse. E se dirigindo aos eleitores, ela convocou: “falo também, aqui, aos eleitores indecisos. E falo também àqueles que querem votar no Beto Richa sem muita convicção, porque esse não foi um bom governo. Governo de muita propaganda, de muita articulação política, de muita pressão. Nós temos que ter um 2º turno para fazer um verdadeiro debate sobre o destino do Paraná’.
  
Fonte: Assessoria