terça-feira, 7 de maio de 2013

Adesivaço marcará Dia Nacional de Combate à Exploração de Crianças em Foz


O Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescente, celebrado no dia 18 de Maio, em Foz do Iguaçu, será marcado com uma grande campanha de mídia e uma caminhada de aproximadamente três quilômetros, pelas principais avenidas da cidade. 

O material da campanha foi apresentado na sexta-feira (3), pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Cláudia Pereira, durante a Reunião da Rede Proteger, no Sesc.
  
Todos os ônibus do transporte coletivo do município e do transporte de empregados da Itaipu serão adesivados com material alusivo à data. A proposta é sensibilizar a comunidade para o abuso e maus tratos cometidos contra a infância e incentivar a denúncia. Em Foz, somente o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) atende, todos os dias, em média, seis meninos e meninas vítimas de abusos e maus tratos.
  
Caminhada
    
No dia 17 de maio, crianças, adolescentes e integrantes de entidades ligadas à defesa do direito infantojuvenil no município sairão, às 8h30, do 34º Batalhão de Infantaria Motorizado, para percorrer a Avenida Brasil até a Praça do Mitre, onde haverá apresentações culturais. 
   
A programação do Dia 18 de Maio é resultado de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a Rede Proteger, com o apoio do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), da Itaipu.
  
 “Não podemos permitir que este dia passe despercebido. A comunidade precisa saber que há muitos meninos e meninas sofrendo abusos e maus tratos na cidade. Precisamos incentivar a denúncia”, disse Criviam Paiva de Siqueira, da equipe da Assistência da Diretoria Geral Brasileira da Itaipu.
  
18 de Maio
  
A escolha da data é uma forma de lembrar a sociedade brasileira o caso Araceli Cabrera Sanches. No dia 18 de Maio de 1973, Araceli, então com oito anos, foi sequestrada, drogada, espancada, estuprada e morta por integrantes de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar. O silêncio de muitos resultou na impunidade dos criminosos.

Cerca de 30 anos depois, a então deputada Rita Camata, do Espírito Santo, presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente do Congresso Nacional, apresentou o projeto de Lei 9.970, de 2000, que instituiu o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantojuvenil.
 
Desde então, a sociedade civil promove atividades em todo o País para conscientizar a população e autoridades sobre a gravidade do problema.


Fonte: JIE

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Ministra Gleisi cumpre agenda no Paraná: Maringá, Marialva e Paranavaí

A  Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, virá ao Paraná no dia 11. Ela participará eventos em Maringá, Marialva e Paranavaí.
 

Acompanhe a programação.


Paranavaí - às 9h30 - 

 Ato de entrega dos Equipamentos do PAC (Motoniveladoras e Retroescavadeiras) -
Serão entregues 91 equipamentos: 35 Motoniveladoras e 56 Retroescavadeiras aos municípios da AMUNPAR e AMERIOS.


Marialva - às 12h
Ato de entrega dos Equipamentos do PAC (Motoniveladoras e Retroescavadeiras)

Serão entregues 61 equipamentos: 16 Motoniveladoras e 46 Retroescavadeiras aos municípios da AMUSEP e AMEPAR.

Maringá - 13h30 
Expoingá -
Almoço com os prefeitos e lideranças da região. E coletiva de imprensa

Dia do Trabalho: Em pronunciamento, Dilma defende que recursos do petróleo sejam destinados para a educação


Clique assista ao vídeo

 A presidenta Dilma Rousseff defendeu nesta quarta-feira (01), durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV sobre o Dia do Trabalho, que todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal sejam usados exclusivamente na educação. A presidenta disse que enviou ao Congresso Nacional uma nova proposta para destinar os recursos do petróleo para a educação.

    “Um governo só pode cumprir bem o seu papel se tiver vontade política e se contar com verba suficiente. Por isso, é importante que o Congresso Nacional aprove nossa proposta de destinar os recursos do petróleo para a educação. Peço a vocês que incentivem o seu deputado e o seu senador para que eles apoiem esta iniciativa”, disse.

No pronunciamento, Dilma falou da alegria de comemorar o 1º de Maio com recordes sucessivos no emprego, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores. Ela lembrou que o Brasil gerou, nos últimos dez anos, mais de 19 milhões empregos com carteira assinada e que o salário-mínimo cresceu mais de 70% em termos reais. A presidenta também disse que a renda do trabalho foi um dos principais fatores para diminuir a desigualdade.

    “Mesmo com a importância dos programas sociais, foi a renda do trabalho que mais contribuiu na diminuição da desigualdade. Com os programas de transferência de renda, já tiramos 36 milhões de brasileiros da miséria. Mas são o emprego e o salário que estão impedindo que essas pessoas voltem para a pobreza, e também aceleram a ascensão social de milhões de outros brasileiros. Foi assim que 40 milhões de brasileiros foram para a classe média. Isso se deu por causa da valorização do salário-mínimo, do recorde na geração de emprego com carteira assinada e do ganho real em todas as faixas salariais”, afirmou.

Segundo Dilma, os direitos trabalhistas avançam e as dívidas sociais históricas estão sendo resgatadas, como ocorreu recentemente com a aprovação da PEC que estende os direitos previstos na CLT aos trabalhadores domésticos. A presidenta disse ainda que o Brasil, em meio a uma crise internacional, conseguiu diminuir o desemprego e conceder reajustes salariais.

    “Por sinal, em 2012 enquanto lá fora cresciam o desemprego e as perdas salariais, aqui ocorria exatamente o contrário. Tivemos o menor índice de desemprego da história e, segundo o Dieese, o melhor ano de reajustes, com 95% das categorias conquistando aumento real de salário. Não houve apenas aumento, mas também melhoria na qualidade do emprego: cresceram os níveis de escolaridade dos empregados e ampliou-se a formalização do emprego. Ao mesmo tempo, diminuiu a taxa de desemprego entre os jovens e aumentou o emprego entre os mais maduros”.



A presidenta disse que o Brasil seguirá na rota de crescimento com estabilidade, distribuição de renda e diminuição das desigualdades, lutando pela redução de impostos e pela diminuição dos custos para o produtor e o consumidor.

    “É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa desta maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade”, afirmou.
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Conselho Comunitário da Vila C oferece cursos profissionalizantes


A demanda pelos cursos foi identificada na Feira de Profissões, que aconteceu em março, no CCVC.
  
Um grupo de 90 pessoas terá uma profissão e uma chance clara de emprego nos próximos três meses. Começaram as aulas dos cursos de Eletricista, Manicure e Pedicure, Auxiliar de Cabeleireira e Recepcionista oferecido pelo Conselho Comunitário da Vila C (CCVC), em Foz do Iguaçu. As aulas são ministradas no CCVC e contam com o apoio da Itaipu, por meio do Programa Energia Solidária, Senai e Senac.
  
Ainda neste semestre, outros nove cursos profissionalizantes serão oferecidos gratuitamente a 190 moradores do bairro. Entre as capacitações, Auxiliar Administrativo, Cozinheiro, Instalação e Manutenção de Ar Condicionado, Pedreiro e Azulejista.
   
Segundo Márcio Bortolini, da Assistência da Diretoria Geral, o leque de cursos e os horários das aulas foram levantados durante a Feira das Profissões, realizada em março, no CCVC. Por meio da Feira foi possível identificar os cursos e horários mais atraentes à comunidade e fazer uma análise da demanda do mercado. Para Bortolini, a expectativa é positiva. “Os alunos devem terminar o curso empregados, pois há vagas disponíveis, inclusive na própria região da Vila C”, disse.
  
De acordo com Sandra Simon, coordenadora técnica de negócios do Senai, o objetivo da instituição é contribuir para que os profissionais sejam inseridos no mercado de trabalho ou atuem de forma autônoma. “Quando se tem uma profissão e um emprego o ser humano se sente mais valorizado e com a auto-estima em alta.”
  
Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (45) 3575-7694.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Instituto Paz no Trânsito é o novo parceiro do GT Itaipu-Saúde

O Instituto Paz no Trânsito (Iptran), de Curitiba, é o novo parceiro do Grupo de Trabalho Itaipu-Saúde (GT Itaipu-Saúde) na luta para reduzir o número acidentes na Tríplice Fronteira. O anúncio foi feito terça-feira (23), durante a reunião do grupo, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI)
    
Criado há três anos, a experiência do Iptran em campanhas de conscientização e prevenção de acidentes será compartilhada com a comissão de Acidentes e Violências do GT Itaipu-Saúde, que reúne profissionais do Brasil, Paraguai e da Argentina.
   
“Convidamos o Iptran para apresentar o trabalho exitoso realizado na capital. Com certeza, as experiências deles poderão ser aplicadas na nossa região”, disse Luciana Bueno Sartori, gerente do GT-Saúde.
    
   
Uma das principais propostas é trabalhar a educação no trânsito. Na fronteira, trafegam automóveis de três países, onde os costumes e as leis são diferentes.
   
Segundo Christiane Yared, presidente do Iptran, a experiência do GT-Saúde também vai ajudar o instituto. “Queremos trocar experiências e, assim, promover um trânsito mais seguro para as futuras gerações”, disse.
   
Atualmente, no País, 40 milhões de brasileiros têm alguma sequela provocada por colisões ou atropelamentos; e de cada dez leitos dos hospitais, sete estão ocupados com vítimas de acidentes. “Precisamos mudar a consciência das pessoas no mundo. O ser humano não pode virar número em um relatório”, reforçou Christiane.
    
Grupo reunido para discutir ações para melhorar o trânsito na tríplice fronteira. 
   
Motorista-cegonha
  
Uma das ações desenvolvidas no Iptran que pode ser aplicada na região é a Motorista Cegonha, que empresta cadeirinhas ou bebê-conforto para famílias de baixa renda. Os equipamentos são entregue aos pais já na maternidade.
    
Em média, uma cadeirinha custa R$ 350, valor que dificulta a compra por muitas famílias de baixa renda – que, sem opções, arriscam a segurança da criança no automóvel ao carregá-la no colo.
    
Além da doação, o projeto visa sensibilizar e conscientizar casais gestantes, desde a saída da maternidade, sobre a importância do uso de equipamentos de segurança específicos (bebê-conforto, cadeirinha e Booster) para crianças até sete anos, idade na qual já é permitido o uso do cinto de segurança convencional.
   
Outra proposta é transformar infratores em educadores. O Iptran acolhe o motorista infrator para participar de palestras educativas. Muitos passam a ser educadores de trânsito seguro em suas comunidades. “Tivemos casos de motoristas que venderam o carro por chegar a conclusão de que não conseguiriam deixar de beber”, relatou Christiane. 

Fonte: JIE

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Encontro nacional em Foz vai discutir o tráfico de mulheres



Encontro no Centro Executivo, na segunda-feira (22), definiu os detalhes da programação da oficina.
   
O tráfico de mulheres é um crime de mão dupla; ocorre do Brasil para o exterior, mas também de fora para o interior do País. Depois de Florianópolis (SC), Foz do Iguaçu será a segunda cidade brasileira a sediar um encontro sobre o tema promovido pela Associação de Mulheres pela Paz. A discussão está marcada para os dias 8, 9 e 10 de maio, no Hotel Bella Itália.
    
A oficina “Mulheres e Homens Trabalhando pela Paz e Contra o Tráfico de Mulheres” vai reunir representantes de entidades ligadas à luta pelo direito das mulheres, como também da Polícia Federal, para debater políticas públicas de prevenção e enfrentamento ao problema. O encontro tem o apoio da Itaipu Binacional.
    
Um dos objetivos é mobilizar a sociedade contra esse tipo de crime, que movimenta milhões de dólares. Não existem estatísticas confiáveis, mas o tráfico de mulheres aparece entre os primeiros do ranking do crime organizado como um dos mais rentáveis, ao lado de contrabando de armas e drogas.
    
De acordo com a Polícia Federal, existem 241 rotas de tráfico no Brasil; 131 delas internacionais. A fronteira do Brasil com o Paraguai é uma delas. A maior parte das mulheres traficadas são meninas pobres, entre 17 e 25 anos. Muitas delas são atraídas por promessas falsas de emprego no exterior como modelos ou empregadas domésticas.
   
As palestras seguem por todo o Brasil. O cronograma inclui São Paulo, Rio Branco, Oiapoque, Natal e Cuiabá.  A Associação de Mulheres pela Paz quer aproveitar o sucesso da novela Salve Jorge, que explora o assunto, para manter o tema em evidência.
   
Os detalhes da programação em Foz do Iguaçu foram definidos na última segunda-feira (22), em uma reunião no Centro Executivo, com a participação de representantes de várias entidades. Entre elas, a Itaipu, o Movimento de Mulheres, a Universidade Federal de Integração Latino-Americana (Unila) e Polícia Federal.
   
Segundo Criviam Paiva de Siqueira, da Assistência da Diretoria Geral e integrante do Conselho Municipal da Mulher, esse é um trabalho de conscientização. A população não pode tolerar esse tipo de situação. “Precisamos divulgar aos quatro ventos a existência desse crime e as formas de combatê-lo. Somente uma sociedade informada defenderá os direitos humanos”, avalia.
  
Força da novela
  
Segundo o delegado da PF, Geraldo Gustaquio, embora a novela tenha vários “furos” no que diz respeito ao trabalho da polícia, tem ajudado a mostrar a sociedade que o tráfico humano existe e precisa ser combatido.
   
O governo brasileiro vem trabalhando na defesa do direito das mulheres, com a implantação da Lei Maria da Penha, considerada exemplo para outros países, e com a criação da Coordenação Bipartite da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, mas ainda há muito a ser feito nesse campo.
   
Para Vera Vieira, da Associação Mulheres pela Paz, um dos desafios é mobilizar a sociedade para tornar mais severa a punição para esse tipo de crime. Outro é garantir mais Delegacias da Mulher no Brasil. Atualmente, há 400 unidades,  o que cobre apenas 10% dos 5.565 municípios.  A divulgação do Disque-Denúncia 180 é uma arma importante nesse trabalho.
   
Segundo dados do Ministério da Justiça, em seis anos a Polícia Federal instaurou 157 inquéritos e indiciou 381 aliciadores.
  
Florianópolis
  
Pelo menos 75 mil brasileiras são vítimas do tráfico de mulheres. Mas também existe o tráfico de mulheres estrangeiras para se prostituírem no país. Em outubro do ano passado, por exemplo, 28 mulheres paraguaias foram libertadas do trabalho escravo nas cidades de Imbituba e Laguna. Entre 2007 e 2008, sete pessoas foram presas suspeitas de tráfico de mulheres procedentes da Argentina para prostituição em boates em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Todos esses casos foram discutidos no encontro em Florianópolis.

Fonte: JIE

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Atletas de projetos socioesportivos têm encontro com feras dos X Games


Eles já estão acostumados a domar corredeiras e a praticar performances radicais em rios, lagos e nas pistas de atletismo, mas nada que se compare a esportes tão extremos quanto os X Games.
     
 Garotos vibraram com as manobras na pista.

     
Nesta quinta-feira (18), 150 atletas de três projetos socioesportivos patrocinados pela Itaipu Binacional trocaram a água - ou as pistas de atletismo - por um pouco mais de adrenalina na terra e no ar, mas só como espectadores. Eles acompanharam treinos e competições das feras dos esportes radicais, no primeiro dia de disputa dos X Games, em Foz do Iguaçu. E levaram deste dia um incentivo a mais para se dedicarem à vela, à canoagem e ao atletismo, por meio dos projetos Velejar é Preciso, Meninos do Lago e Jovens Atletas – Campeões do Futuro.

A megarrampa impressionou.
      
Os jovens conheceram as cinco rampas e toda a estrutura montada no Parque Infraero, em frente ao Centro de Convenções.  As competições de BMX, Skate, MotoX e Rally prosseguem até domingo (21).
   
Sonho realizado
    
“É um sonho participar de um evento como esse e ainda mais, conhecer novos esportes”, afirmou Mayane Camargo, de 15 anos, integrante do Meninos do Lago. Para ela, que treina diariamente no Canal Itaipu, conhecer toda a estrutura dos X Games “dá um gás extra” para que ela continue remando com garra. “Meu desafio é participar do Campeonato Mundial de Canoagem em 2015”, conta Mayane. O evento será realizado em Foz do Iguaçu e, como os X Games, reunirá atletas do mundo todo.
    
"É um sonho participar de um evento como esse", diz Mayane.
     
A magnitude da estrutura montada para os esportes radicais também deu ânimo para Douglas de Oliveira, de 12 anos, do projeto Velejar é Preciso. “Um dia quero ser atleta em uma competição deste porte. É uma experiência única”, disse.
     

Rafael Borba: sonho de participar da competição.
      
Do Atletas do Futuro, Rafael Borba, de 17 anos, disse ter se emocionado nos X Games. “Nunca imaginei participar disso. Em breve, não quero mais estar em competições como esta apenas nas arquibancadas, mas nas pistas de atletismo, competindo”.
    
Ação social
    
O convite para a visita dos jovens foi feito pela própria organização do X Games. Até domingo, cerca de 500 meninos e meninas carentes de Foz assistirão às disputas. Também foram convidados os filhos do pessoal que atua na retaguarda do evento, como porteiros, faxineiros e seguranças.
     
“Queremos dar a esses jovens a oportunidade de conhecer o que está acontecendo na cidade deles. É uma forma de envolvê-los no evento”, disse Thais Tavares, coordenadora de Sustentabilidade e Ações Sociais dos X Games.
      
A visita foi acompanhada pelos representantes de Itaipu, Márcio Bortolini, do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA) da Assistência da Diretoria Geral (AS.GB) e Rebecca Montanheiro, da Divisão de Relações Públicas (CSRP.GB). “Não foi só uma oportunidade para os adolescentes conhecerem outros esportes, mas também para incentivá-los a treinar com afinco”, avaliou Bortolini.
     
Para o superintendente da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), Argos Rodrigues, ter ido aos X Games foi um presente e uma aula para os adolescentes. “Além do entretenimento, eles puderam vislumbrar um futuro promissor por meio do esporte e em breve ser as estrelas de eventos esportivos de alto rendimento”.

Fonte: JIE