segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Gestão Dilma Rousseff entrega 1.257 casas por dia

Desde 2011, quando começou mandato da presidenta, Brasil entregou 2,142 milhões de novas moradias


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São 1.257 casas entregues por dia, 52,4 por hora. Esse é o ritmo do programa Minha Casa Minha Vida na gestão da presidenta Dilma Rousseff. Esse cálculo considera 2,142 milhões de novas moradias que foram recebidas por famílias brasileiras por meio do programa nos 1.741 dias entre 1º de janeiro de 2011 e 7 de outubro deste ano, ou seja, desde a posse da presidenta, em seu primeiro mandato.
Desde que foi criado, no início do segundo semestre de 2009, o Minha Casa Minha Vida já entregou quase 2,4 milhões de novas unidades habitacionais. No entanto, já estão contratadas 4 milhões de unidades. A presidenta Dilma Rousseff reforçou, nesta semana, o compromisso de entregar a fatia de 1,6 milhão de casas que ainda precisam ser construídas para cumprir a projeção inicial.
A mais recente ação do Minha Casa Minha Vida ocorreu nesta quarta-feira (7), quando mais 2.781 unidades habitacionais foram entregues em quatro municípios da Bahia: Barreiras, Feira de Santana, Irecê e Dias D’Ávila. A presidenta, inclusive, esteve em Barreiras, no oeste do estado, para cerimônia no Residencial São Francisco, onde famílias da cidade receberam 1.476 residências.
O investimento foi de R$ 88,5 milhões, do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Foram beneficiadas 5.904 pessoas com renda familiar mensal de até R$ 1,6 mil (Faixa 1 do programa).
No interior baiano, Dilma garantiu que o Minha Casa Minha Vida vai avançar. “Eu quero dizer para vocês que o Minha Casa Minha Vida vai continuar. Nós vamos fazer o Minha Casa Minha Vida 3. Vamos continuar com o que falta entregar do Minha Casa Minha Vida 2. Dos 4 milhões, já entregamos 2 milhões e mais de 300 mil casas. Então está faltando entregar 1,6 milhão”, contabilizou Dilma.
Todas as casas e apartamentos a serem entregues têm água, esgoto, drenagem, energia elétrica e iluminação pública, pavimentação, urbanização, transporte público e unidades adaptadas para atender pessoas com deficiências.
O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado no começo do segundo semestre de 2009, com o objetivo de tornar a moradia acessível às famílias organizadas por meio de cooperativas habitacionais, associações e demais entidades privadas sem fins lucrativos.
Gestão Dilma Rousseff entrega 1.257 casas por dia
Fonte: 
Portal Brasil

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Ministério da Educação economiza R$ 46 milhões na execução do Enem 2015

Houve redução nos gastos com impressão e envio do cartão de inscrição, provas serão aplicadas em 24 e 25 de outubro


A redução de despesas com a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já somam R$ 46 milhões, aponta o Ministério da Educação. Em entrevista nesta sexta-feira (16), o ministro Aloizio Mercadante afirmou que a economia reflete queda nas despesas de impressão e postagem, como ocorria até a edição anterior do exame, para enviar o cartão de inscrição às residências dos estudantes. Houve também redução de gastos com o aumento de alunos por sala de prova, que passou de 36 para 40 pessoas.
“Estamos fazendo mais com menos. É um esforço grande para melhorar o serviço, aprimorar a parte operacional, dar segurança e tranquilidade a todos os participantes”, disse Mercadante.
Resultado de imagem para enemO ministro alertou, porém, que cerca de 2 milhões dos estudantes ainda nãoimprimiram o cartão de inscrição, o que é obrigatório. Esse cartão deve ser impresso pelo estudante e levado ao local de prova junto com um documento com foto, que pode ser o RG, além de caneta preta de corpo transparente.
Estão inscritos no Enem 7,746 milhões de estudantes para a prova que ocorrerá no próximo final de semana, dias 24 e 25 de outubro. As provas serão aplicadas em 1.723 municípios, nos quais haverá um total de 14.455 locais de aplicação do exame em 211.980 salas. As mulheres representam 57,55% das pessoas inscritas no Enem. 
 Segurança
Resultado de imagem para enemOs 12 centros de monitoramento criados para cuidar da segurança de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014, irão operar durante o Enem. São unidades instaladas nas cidades que sediaram a competição no ano passado e agora serão coordenadas pelo Centro de Integrado de Comando e Controle Nacional, de Brasília.
As mais de 16,6 milhões de provas impressas para o Enem de 2015 serão guardadas em 60 batalhões do Exército pelo País. Elas serão colocadas em 64.190 malotes com cadeados eletrônicos e distribuídas por meio 10.854 rotas elaboradas pela equipe de segurança do Enem, em tarefa que envolve o MEC, a Polícia Federal e o Exército. “Cada malote tem um cadeado eletrônico. Então, vamos saber exatamente a hora que ele vai ser aberto e isso é fundamental para controlar o processo”, observou Mercadante.
Imagem para o resultado de notíciasO ministro informou também que celulares dos estudantes serão recolhidos e colocados em envelopes lacrados. Os banheiros dos locais de prova terão detectores de metais para evitar o uso de celulares. “Todos os banheiros terão detector de metal porque no passado identificamos a tentativa de uso de celular”, disse.
 Segundo Mercadante, tentativas de fraude - como publicar fotos das provas durante a aplicação do exame - vão resultar em anulação do candidato. “O edital é muito claro: qualquer fraude anula a prova, a qualquer tempo. Mesmo que (o estudante) faça a prova, qualquer fraude, a fará ser anulada. Além das medidas penais que a legislação prevê”, disse o ministro.
Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Educação

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Governo amplia medidas de economia e melhora perfil do gasto público

Ações vão desde limite ao uso de carros oficiais e compra de passagens aéreas à venda de imóveis


Resultado de imagem para economia de passagens aéreasO governo federal reforçou nesta quarta-feira (14) as ações de racionalização de gastos e corte de despesas públicas, ao limitar o uso de carros oficiais e de viagens aéreas em primeira classe. As novas regras relativas ao transporte de servidores, que já estão em vigor após publicação no Diário Oficial da União, entretanto, são apenas parte de um conjunto de ações que visa gerar economia e qualificar o gasto público, como garantiu a presidenta Dilma Rousseff no inicio de outubro. As mudanças adotadas desde então envolveram, inclusive, a redução no número de ministérios e a extinção de secretarias, em um amplo programa de enxugamento dos gastos públicos.
Além das restrições ao uso de carros oficiais e na compra de passagens, que representam a mais recente medida de economia, o governo federal adotou nos últimos dias várias inovações para reduzir despesas. Estão nessa lista o Sistema Eletrônico de Informações (SEI), a compra direta de passagens aéreas, a compra centralizada de serviços, a venda de imóveis da União, o fim da impressão de contracheques e o monitoramento da folha de pagamento.
Confira, abaixo, detalhes sobre as medidas de economia adotadas pelo governo federal:
O Sistema Eletrônico de Informações (SEI) estabelece a tramitação de documentos por meio eletrônico, ou seja, utilizar papel. O projeto já envolve 13 instituições e outras 29 estão com instalação em fase avançada, como o Ministério da Educação (MEC). A estimativa é que a economia de pessoal, equipamentos e papel gire em torno de R$ 1 bilhão. Além do Planejamento, os ministérios das Comunicações, da Justiça, e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) usam o SEI. No ministério da Comunicações, por exemplo, o sistema trouxe uma econômica de mais de R$ 500 mil em gastos com impressão. A duração média da tramitação de processos no órgão passou de 199 para 25 dias.


Compra Direta de passagens
Resultado de imagem para economia de passagens aéreasAntes das mudanças, as compras de passagens eram feitas com intermediação de agências de viagens e pagamento de taxa de operação. Com a compra direta das companhias aéreas, foi eliminada a taxa de operação. Além disso, o governo conseguiu descontos médios de 18,5% no valor das passagens, o que deverá gerar economia de até R$ 35 milhões ao ano.

Compra centralizada de serviços
Em vez de cada órgão da administração realizar uma licitação própria para contratar serviços, uma única Ata de Registro de Preços é lançada e os interessados podem aderir, com redução nos valores para aquisição destes bens.
No serviço de telefonia móvel, por exemplo, o regime de compras centralizada garantiu redução de despesas. Uma ligação que custava R$ 0,27 passou a custar R$ 0,11, com queda de quase 60%, no caso de ligações entre celulares. Quando se leva em consideração todo o serviço de telefonia móvel, a redução de despesa foi ainda maior, de XXX%.
Já com a compra de ativos de rede (equipamentos que estabelecem a comunicação de dados internos e externos nos órgãos públicos) a economia foi de mais de 50%. A aquisição de 2.889 equipamentos teve gasto total estimado de R$ 39,3 milhões, mas, realizada em conjunto, acabou saindo por R$ 19,65 milhões. Economia de 50%.
A aquisição de imagens orbitais, realizadas por satélites, teve custo total programado de R$ 367,8 milhões, mas ao ser feita de forma centralizada, saiu por R$ 61,3 milhões, com redução de 83,3% (R$ 306,5 milhões) em relação ao valor médio pago anteriormente pelo governo.

Imóveis da União
Resultado de imagem para advocacia geral da uniãoEm agosto de 2015 o governo anunciou a venda de imóveis não prioritários da União. A primeira licitação, com valor estimado de R$ 94,8 milhões, já foi lançada, com a oferta de vinte imóveis. Estão previstas ainda outras duas licitações em 2016. A primeira de um lote de 119 imóveis em 19 Unidades da Federação, com previsão de retorno de R$ 522 milhões.
A segunda licitação está prevista para 2016, quando seram postos a venda 30 terrenos para uso residencial, comercial, industrial e de serviços no Distrito Federal, com estimativa de negociar R$ 649 milhões.
Além da economia com a venda dos imóveis, faz parte do plano de melhoria da gestão a construção de seis anexos na Esplanada dos Ministérios, com capacidade para 12 mil servidores, eliminando gastos com aluguéis de imóveis para abrigar órgãos da Administração Pública Federal. O custo total com a construção dos anexos será de R$ 1,260 bilhão e haverá redução de despesa com aluguel, no mesmo período, de R$ 1,363 bilhão. Ao final dos 12 anos haverá, portanto, economia de R$ 103 milhões.

Fim da impressão de contracheques
Em maio deste ano, os servidores públicos passaram a receber o contracheque exclusivamente por meio eletrônico, sendo eliminada a impressão e o envio de comprovantes. Com esta medida, houve economia anual de cerca de R$ 40 milhões ao ano.

Folha de pagamento
Medidas de monitoramento da folha de pagamento dos servidores públicos para evitar pagamentos em duplicidade já geraram, até maio de 2015, uma economia de R$ 1,1 bilhão. O trabalho de verificação de conformidade da folha consiste no monitoramento dos lançamentos efetuados pelo Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape) e permite identificar e bloquear pagamentos incorretos ou indevidos.

Fonte:
Ministério do Planejamento

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mais Médicos abre seleção para repor vagas ociosas

Neste novo edital de reposição, 323 municípios poderão preencher 410 vagas


A previsão é que os primeiros profissionais brasileiros selecionados na etapa atual iniciem as atividades no início de novembroO programa Mais Médicos está com inscrições abertas, um novo processo de seleção de profissionais para reposição de vagas que foram sendo desocupadas desde julho.Neste novo edital de reposição, 323 municípios poderão preencher 410 vagas ociosas. A cada três meses, o programa lança edital para reposição de médicos.
edital prevê que os candidatos devem optar pela modalidade de participação desejada: receber pontuação adicional de 10% nas provas de residência, atuando na unidade básica por no mínimo um ano, com bolsa mensal de R$ 10 mil, ou permanecer no município por até três anos e fazer jus a benefícios como auxílios moradia e alimentação, custeados pelas prefeituras, e bolsa de R$ 10.513,01.
Depois de inscritos, os médicos devem indicar, a partir do dia 20, até quatro cidades de diferentes perfis nas quais desejam clinicar. Quem não conseguir alocação terá acesso às vagas remanescentes, a serem divulgadas em novembro.
Resultado de imagem para atendimento médico domiciliarPara a classificação, foram estabelecidas as mesmas regras adotadas nos editais anteriores, nesta ordem: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena), do VER-SUS, do ProUni ou do FIES.
Caso as vagas não sejam preenchidas, o edital será aberto aos brasileiros que se formaram no exterior e, em seguida, aos profissionais estrangeiros. A previsão é que os primeiros profissionais brasileiros selecionados nesta etapa iniciem as atividades no início de novembro. O próximo edital está previsto para janeiro de 2016.
O Mais Médicos conta atualmente com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas.

Campanha vai combater xenofobia e intolerância a imigrantes no Brasil

Iniciativa do Ministério da Justiça focará nas redes sociais com o lema “Brasil, a imigração está no nosso sangue”


O Ministério da Justiça lançou, nesta terça-feira (13), a segunda etapa da campanha de sensibilização e informação contra a xenofobia, o preconceito e a intolerância a imigrantes. A iniciativa é parte do esforço do governo para o acolhimento a estrangeiros que vivem no País e sofrem preconceito. A campanha é exclusiva para as redes sociais e será feita por meio do sitewww.eutambemsouimigrante.com.br e das hashtags #EuTambémSouImigrante e #XenofobiaNãoCombina. 
O secretário Nacional de Justiça e presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Beto Vasconcelos, disse que a campanha visa conscientizar a população para evitar “casos pontuais” de preconceitos registrados nos últimos meses. “O intuito dessas ferramentas é conduzir o envolvimento da sociedade para um fato evidente da nossa identidade, que é sermos todos imigrantes em grande parte”, afirmou. 
O slogan da primeira etapa, que era “Para os refugiados, o Brasil é uma oportunidade de viver”, será substituído pelo tema “Brasil, a imigração está no nosso sangue”. A campanha vai durar até o dia 18 de novembro. “A segunda etapa dessa campanha tem como intuito trazer conceitos de contraponto a manifestações de xenofobia”, disse. 
A campanha se soma à Medida Provisória 697, editada pela presidenta Dilma Rousseff na última sexta-feira (9), liberando R$ 15 milhões em caráter extraordinário para o Conare reforçar a política de assistência a refugiados e estrangeiros.
O montante é quase o dobro do orçamento anual destinado atualmente para o atendimento ao fluxo imigratório, que é de R$ 8 milhões, e reflete o desejo maior de refugiados em vir para o Brasil. “Estamos hoje na pior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. São 60 milhões de pessoas que estão fora de suas casas”, observou. 
O aumento se deve à ampliação na rede de acolhimento de refugiados, cujo perfil tem mudado com o aumento de imigrantes sírios e congoleses com entrada no Brasil. O País recebeu no último ano pouco mais de 8 mil refugiados, sendo 2097 sírios, 1.480 angolanos, 1.093 colombianos e 850 congoleses.
“Durante muitos anos, as nacionalidades dominantes eram a angolana e a cubana, que tinham maior facilidade linguística e de inserção na sociedade brasileira. Hoje, a maior parte se dá em refugiados de sírios e congoleses”, observou. 
Segundo Vasconcelos, esse público exige do governo maior cuidado – especialmente no ensinamento da língua portuguesa. O crescimento de refugiados também tem elevado “situações pontuais” de preconceito. “O intuito é prevenir manifestações de xenofobia, geralmente por falta de informações”, afirmou.
Info xenofobia

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Mais de 16,1 milhões de crianças integram a rede de proteção social do governo federal

Estas crianças têm acesso a direitos básicos, como saúde e educação e integram a primeira geração sem fome no País


Resultado de imagem para crianças brasileirasMais de 16,1 milhões de crianças brasileiras são acompanhadas pela rede de proteção social do governo federal. Beneficiárias do Bolsa Família, estas crianças têm acesso a direitos básicos, como saúde e educação e integram a primeira geração sem fome no País.
"Temos o direito de comemorar que 8,1 milhões de crianças saíram da miséria com o Brasil Carinhoso, comemorar que já nasceu a primeira geração no Brasil livre da fome e que está na escola. No entanto, temos o dever de continuar na luta para proteger as nossas crianças e na luta contra a redução da maioridade penal", destacou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
Resultado de imagem para crianças brasileirasO Programa Bolsa Família é uma das ferramentas que mais contribuiu para esta conquista. Ao vincular a transferência de renda à condicionalidade de saúde, por exemplo, as crianças são acompanhadas desde antes de nascerem, com o pré-natal das beneficiárias gestantes. Isso impactou diretamente na queda da mortalidade infantil - 19% em crianças de até 5 anos – e 14% na diminuição do número de nascimentos prematuros. Os números mostram que a redução da mortalidade foi ainda maior quando observadas causas específicas, como desnutrição (65%) e diarreia (53%).
Combatida a morte nos primeiros anos de vida, as crianças também têm superado a deficiência nutricional crônica, que caiu pela metade - de 17,5%, em 2008, para 8,5 %, em 2012. Por conta disso, a altura média das crianças do Bolsa Família aumentou. No caso dos meninos, passou de 107,8 cm, em 2008, para 108,6, em 2012. As meninas passaram de 107,2 cm para 107,9 cm, no mesmo período.
Educação
Frequentando a escola, as crianças começam a traçar um novo futuro. O compromisso assumido pelas famílias para que frequentem as aulas trouxe resultados importantes, como os observados no Censo Escolar da Educação Básica de 2013, que apontou melhor desempenho e menor taxa de abandono entre os alunos do Bolsa Família, comparado aos colegas que não integram o programa.
Resultado de imagem para crianças brasileirasNo Ensino Fundamental, a taxa de aprovação dos alunos beneficiários cresceu de 80,5%, em 2008, para 86,3%, em 2013. A taxa de abandono é de 2,5% entre os beneficiários e 2,7% entre os que não estão no programa. No Nordeste, as taxas são de 3,3% entre beneficiários e de 6,1% entre os que não participam do Bolsa Família. Além disso, mais de 33 mil escolas que têm maioria dos alunos beneficiários do Programa Bolsa Família aderiram ao Programa Mais Educação e ofertam atividades em período integral.
Primeira infância
Resultado de imagem para crianças brasileirasAção voltada para famílias com crianças de até seis anos, o Brasil Carinhoso já permitiu que mais de 8,1 milhões de crianças superassem a extrema pobreza. Com incentivo à ampliação do número de vagas em creches, o programa oferece mais recursos para as prefeituras a cada vaga ocupada por crianças do Bolsa Família. Em 2014, 707 mil crianças de até 4 anos foram beneficiadas. O repasse apenas para essa ação foi de R$ 765 milhões.
A ação ainda garantiu a suplementação de vitamina A para mais de 9,1 milhões de crianças de baixa renda que estão em creches. Neste ano, em 6.864 creches que integram o Brasil Carinhoso, mais de 330 mil crianças receberam sachês multivitamínicos (NutriSUS) que podem reduzir em até 38% os casos de anemia e em 20% a deficiência de ferro após o uso.
Alimentação adequada
Resultado de imagem para crianças brasileirasCom programas de compras institucionais de alimentos da agricultura familiar como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), produtos mais saudáveis estão compondo a merenda de cerca de 43 milhões de crianças e jovens nas escolas – quase toda a população da Argentina.
Por isso, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) apontou a ação como uma das estratégias que possibilitaram ao Brasil sair do Mapa da Fome, em 2014. A organização também concluiu que o Bolsa Família, a maior disponibilidade de alimentos, o aumento da renda dos mais pobres com a geração de empregos e a recriação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) foram fatores fundamentais para a redução de subalimentados em 82% entre 2002 e 2013.
Assistência Social
Crianças com deficiência atendidas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) também estão sendo incluídas por meio da articulação de diversas áreas do poder público. Atualmente, dentre os 489 mil beneficiários do BPC com deficiência até 18 anos, 63% se encontram matriculados na rede escolar.
Resultado de imagem para crianças brasileirasJá no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, ofertado nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), dos 1,7 milhão de usuários, 35% deste público é formado por crianças. Para esta idade, as atividades desenvolvidas no serviço promovem a discussão de temas como violência doméstica, trabalho infantil e exclusão social por meio de atividades lúdicas, culturais e esportivas.